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13/03/2013 00:20 - Atualizado em 13/03/2013 00:59

"Jogamos como se não estivéssemos numa Libertadores", afirma Luxa

Técnico reconhece mau desempenho do Grêmio e não culpa gramado

Luxa diz que Grêmio precisa aprender a jogar uma Libertadores<br /><b>Crédito: </b> Luis Acosta / AFP
Luxa diz que Grêmio precisa aprender a jogar uma Libertadores
Crédito: Luis Acosta / AFP
Luxa diz que Grêmio precisa aprender a jogar uma Libertadores
Crédito: Luis Acosta / AFP

Após a derrota de virada para o Caracas por 2 a 1 nesta terça-feira, o técnico Vanderlei Luxemburgo avaliou que o Grêmio vai adquirir conhecimento numa competição como a Libertadores com os tropeços. O treinador afirmou que o time apagou no segundo tempo e que a culpa pelo resultado não foi do campo. 

“O time vai calejando e ficará mais experiente. Se quiser ganhar uma Libertadores, terá que jogar em campo apertado, contra árbitro, uma série de coisas. Tentamos jogar como se não estivéssemos numa Libertadores. Tem que identificar o árbitro, o ambiente, tudo. Essa é uma competição distinta”, avaliou o comandante gremista. “Tivemos chance de matar o jogo e não fizemos. Perdemos porque o adversário soube fazer o seu jogo e conseguiu a virada”, acrescentou.

Apesar das condições ruins do estádio de la Universidad Central de Venezuela, Luxa não responsabilizou esse fator pela derrocada do Grêmio na quarta rodada da Libertadores. Para ele, o Caracas soube tirar proveito do fator local para conquistar os três pontos: “Tem que valorizar o Caracas, que é um time bem organizado e sabe usar o campo aqui. Se não entrar para jogar, não ganha”.

Com o resultado, o Grêmio se complicou no grupo 8 do torneio continental. Está com a mesma pontuação do Caracas e atrás do Fluminense, que é o próximo adversário. No entanto, o técnico preferiu não fazer projeções para as duas rodadas restantes. “No futebol, tudo pode acontecer. Temos que jogar primeiro contra o Fluminense. Está tudo em aberto, é um grupo muito complicado. Não quero pensar como será a situação na última rodada.”

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Fonte: Correio do Povo e Rádio Guaíba






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