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20/12/2013 19:22 - Atualizado em 20/12/2013 19:37

Brasil bate Dinamarca e fará final inédita no Mundial de handebol

Seleção dominou rival, venceu por 27 a 21 e encara a Sérvia na decisão

Brasil bate Dinamarca e fará final inédita no Mundial de handebol
Crédito: Andrej Isakovic / AFP / CP

A seleção brasileira feminina de handebol colocou de vez seu nome na história do esporte nesta sexta-feira. A equipe comandada pelo técnico dinamarquês Morten Soubak bateu a Dinamarca pela segunda vez no Campeonato Mundial, desta vez por 27 a 21, na Sérvia, e garantiu a inédita participação na final do torneio.

As seleções já haviam se encontrado na fase de classificação do Grupo B, no qual o Brasil saiu vencedor por 23 a 18. Desta vez, o domínio brasileiro foi grande. Tanto que o time só ficou atrás no marcador no primeiro minuto de jogo, quando as dinamarquesas abriram o placar.

Esta é a primeira vez que as meninas do Brasil conseguem avançar das quartas de final de um torneio de expressão. Na Olimpíada de Londres, no ano passado, o time caiu diante das norueguesas nesta fase - que se sagrariam campeãs olímpicas. Mesma fase que derrubou as brasileiras em 2011, no Mundial disputado em casa, no qual caiu para as espanholas.

A decisão do Mundial está marcada para domingo, às 14h15min (horário de Brasília), na Arena Belgrado, Sérvia. É esperado um comparecimento maciço da torcida local. A seleção do país bateu a Polônia na outra semifinal. É também a primeira vez das sérvias em uma decisão de Mundial.

O jogo

A experiência pesou. O time verde e amarelo controlou o início de jogo, como já havia feito na fase de classificação, e a seleção brasileira conseguiu uma vantagem rápida de cinco gols. Aos 18 minutos de jogo, Alê Nascimento deixou o placar em 10 a 5. O técnico da Dinamarca parou o jogo. A chamada que deu em suas comandadas deu resultado, e em curto período de tempo o placar ficou em 10 a 8.

Com os nervos no lugar e uma ótima atuação da melhor jogadora do mundo, Alê Nascimento, o Brasil voltou a se distanciar no marcador. As equipes foram ao intervalo com o placar em 14 a 10. A segunda etapa foi ainda mais confortável para as brasileiras. Rapidamente, o time dirigido por Soubak ampliou o marcador. Chegou a ter oito gols de vantagem, quando fez 20 a 12.

Se o jogo não se tornou complicado, em muito se deve à fantástica atuação da goleira brasileira Bárbara Arenhart. Foram ao menos seis defesas de alto grau de dificuldade no segundo tempo. Com tranquilidade e boa atuação, o Brasil fez 27 a 21 e comemorou o feito histórico.

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Fonte: Lancepress







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