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06/01/2014 18:32 - Atualizado em 06/01/2014 19:03

Médico diz a jornal que Schumacher não corre mais risco de morrer

Chefe da equipe que atende o piloto relatou que condições pararam de "flutuar de forma crítica"

Chefe da equipe que atende o piloto relatou que condições pararam de ´flutuar de forma crítica`<br /><b>Crédito: </b> Philippe Desmazes/AFP/CP
Chefe da equipe que atende o piloto relatou que condições pararam de ´flutuar de forma crítica`
Crédito: Philippe Desmazes/AFP/CP
Chefe da equipe que atende o piloto relatou que condições pararam de ´flutuar de forma crítica`
Crédito: Philippe Desmazes/AFP/CP

O chefe da equipe médica que atende Michael Schumacher afirmou pela primeira vez, nesta segunda-feira, que o heptacampeão de Fórmula 1 não corre risco grave de morte. O médico-chefe do Hospital Universitário de Grenóble (França), Jean-François Payen, relatou ao jornal Bild que seu estado de saúde parou de flutuar nos limites de condições críticas para a sobrevivência do piloto.

Uma grande vigília de fãs e imprensa aguarda em frente ao hospital por atualizações do caso. No boletim médico de hoje, o quadro relatado ainda era o mesmo, de "situação crítica e risco de morte", apesar do quadro do alemão ter se estabilizado. Paye, contudo, trouxe nos bastidores a boa notícia que indica alguma recuperação após o grave acidente de esqui sofrido pela lenda da Fórmula 1.

A câmera que Schumacher usava em seu capacete foi apreendida pela Justiça e será utilizada nas investigações sobre o acidente na estação de Maribel. Ele sofreu lesões em duas regiões do cérebro e edema na parte interna da cabeça, precisando de duas cirurgias para estabilizar suas condições após o resgate.

Apesar das chances de sobrevivência serem maiores, o ex-piloto Phillipe Streiff conversou com médicos e relatou à imprensa francesa que existia a possibilidade de Schumacher ficar paralisado e com problemas de fala por conta das lesões. A assessora de imprensa do alemão, Sabine Kehm, pediu para ignorarem as informações dadas por outras fontes como Streiff e frisou que apenas depois da retirada dos medicamentos do coma induzido é que uma avaliação sobre sequelas poderá ser feita.


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Fonte: Correio do Povo






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