Porto Alegre, sábado, 25 de Outubro de 2014

  • 15/02/2014
  • 19:15
  • Atualização: 19:25

“Inter já fez um sacrifício enorme”, diz Luigi sobre estruturas temporárias

Presidente colorado reitera que clube não irá bancar montagem exigida pela Fifa

Presidente colorado Giovanni Luigi bate o pé e mantém a intenção de não bancar as estruturas temporárias exigidas pela Fifa para a Copa do Mundo | Foto: Alexandre Lops / Divulgação Inter/ CP

Presidente colorado Giovanni Luigi bate o pé e mantém a intenção de não bancar as estruturas temporárias exigidas pela Fifa para a Copa do Mundo | Foto: Alexandre Lops / Divulgação Inter/ CP

  • Comentários
  • Correio do Povo e Rádio Guaíba

O presidente colorado Giovanni Luigi bate o pé e mantém a intenção de não bancar as estruturas temporárias exigidas pela Fifa para a Copa do Mundo. Pouco antes do primeiro evento teste do Beira-Rio, na partida diante do Caxias às 19h30min, ele reiterou que o clube fez um grande esforço para a reforma do estádio e que não irá pagar o valor que pode chegar a R$ 40 milhões para a montagem dos toldos que vão abrigar as áreas de imprensa, informática, entre outros itens que serão desmanchados após o Mundial.

“O Inter assumiu a remodelação desse estádio a duras penas, a um custo muito alto para o clube e sua torcida. O Inter colabora decisivamente para que a Copa venha ao Rio Grande do Sul com um estádio que supera os padrões internacionais de qualidade. Além disso, disponibiliza o Gigantinho e o Centro de Eventos. São locais que atendem para a instalação de estruturas temporárias. Ainda a Brio aceitou ceder o estacionamento e as lojas. Portanto, o clube é decisivo e colabora com isso (estruturas temporárias)”, declarou à Rádio Guaíba.

Luigi voltou a defender que o poder público banque a construção das estruturas necessárias para atender às exigências da FIfa. “Espero que as entidades competentes encontrem o caminho para que se resolva essa questão, a outra parte que falta. Com isso teremos a Copa do Mundo que será importante para a nossa cidade, para a hotelaria e economia vendendo o nosso Estado para o mundo inteiro”, disse.

A posição tem o apoio do Conselho Deliberativo e de movimentos políticos de oposição do clube, garante o presidente do Inter. Essa é uma questão firmada não só por mim, isso eu tenho conversado com as principais lideranças do Conselho e de movimentos políticos. Essa questão está fechada dentro do clube e tenho certeza que nós gaúchos encontraremos um denominador para essa questão nos próximos dias”, concluiu Giovanni Luigi.

Bookmark and Share