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17/03/2014 21:59 - Atualizado em 17/03/2014 22:24

CBV afirma compromisso de investigar contratos irregulares

Denúncia da ESPN fez Banco do Brasil ameaçar retirar patrocínio

Ary Graça renunciou ao cargo após ameaça do Banco do Brasil<br /><b>Crédito: </b> Alexandre Arruda / CBV / CP
Ary Graça renunciou ao cargo após ameaça do Banco do Brasil
Crédito: Alexandre Arruda / CBV / CP
Ary Graça renunciou ao cargo após ameaça do Banco do Brasil
Crédito: Alexandre Arruda / CBV / CP

 A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) pronunciou-se através de uma nota oficial na qual afirma estar tomando as providências cabíveis para apurar denúncias feitas pela imprensa nas últimas semanas. Na publicação, também assumiu o compromisso de manter total transparência em relação ao processo. O Banco do Brasil, principal patrocinador da entidade, ameaçou romper a parceria se os casos dos contratos irregulares não fossem investigados.

A crise no vôlei brasileiro começou em fevereiro com a publicação da série “Dossiê Vôlei”, da ESPN Brasil. Na primeira reportagem, foi revelado que a SMP Logística e Serviços Ltda., de Marcos Pina, ex-superintendente-geral da CBV, recebeu cerca de R$ 10 milhões para intermediar a renovação do contrato com o Banco do Brasil. A estatal, porém, informou que o acordo foi assinado diretamente com a Confederação. Na outra reportagem, a ESPN revelou que a S4G Gestão de Negócios, de Fábio Dias Azevedo, diretor-geral da Federação Internacional de Voleibol (FIVB), assinou dois contratos de prestação de serviços de representação e assessoria comercial no valor de R$ 10 milhões.

A CBV destacou que entre as medidas já tomadas, suspendeu preventivamente todos os pagamentos dos referidos contratos, sendo que alguns deles já foram rescindidos pela atual gestão, afastou Pina do cargo e contratou uma empresa de auditoria independente para avaliar contratos de terceirização de serviços, cujo nome deverá ser anunciado nos próximos dias.

As denúncias também fizeram o presidente licenciado da entidade (e atual presidente da FIVB), Ary Graça, renunciar. A CBV deve convocar uma entrevista coletiva nesta quarta-feira para falar sobre o assunto.

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Fonte: Lancepress





» Tags:Vôlei

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