Porto Alegre, sábado, 1 de Novembro de 2014

  • 24/03/2014
  • 16:28
  • Atualização: 16:34

Clube peruano leva só multa da Conmebol por racismo contra Tinga

Real Garcilaso vai ter que pagar US$ 12 mil e terá estádio fechado em caso de reincidência

Tinga foi ofendido por parte da torcida do Real Garcilaso durante partida válida pela Libertadores | Foto: Cris Bouroncle / AFP / CP Memória

Tinga foi ofendido por parte da torcida do Real Garcilaso durante partida válida pela Libertadores | Foto: Cris Bouroncle / AFP / CP Memória

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  • Lancepress

As manifestações racistas contra o volante Tinga, do Cruzeiro, na Libertadores, renderam ao Real Garcilaso, do Peru, apenas uma multa de US$ 12 mil (cerca de R$ 28 mil). A punição foi confirmada nesta segunda-feira pela Conmebol e veio acompanhada de uma advertência formal avisando que, em caso de reincidência de racismo, o estádio do time peruano será fechado.

Em nota, a Conmebol "reiterou o compromisso de combater qualquer forma de discriminação e atos racistas em suas competições". A entidade acrescentou que "como marco desta prioridade, reforçou a vigilância das equipes de arbitragem e delegados das partidas para advertir e denunciar esse tipo de infração".

A Conmebol levou mais de um mês para resolver o caso, ocorrido na primeira rodada da fase de grupos da Libertadores. A cada toque na bola de Tinga, os torcedores emitiram sons de macaco. Os responsáveis pela decisão foram os integrantes do Tribunal Disciplinar da entidade, o colombiano Orlando Morales e o boliviano Alberto Lozada. Foi o primeiro caso de racismo que a corte julgou.

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