Porto Alegre, quinta-feira, 18 de Dezembro de 2014

  • 30/03/2014
  • 11:59
  • Atualização: 12:03

Tarciso espera Gre-Nal de alto nível entre filosofias diferente

Ex-ponta-direita destaca força e velocidade do Grêmio, mas cita experiência de D’Ale

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  • Laion Espíndula / Correio do Povo

O ponta-direita Tarciso marcou época ao ser campeão da Libertadores com o Grêmio e entende como poucos de decisões do Campeonato Gaúcho. Para o Gre-Nal 400, ele espera um confronto de alto nível, com dois times de bom futebol, mas abordagens diferentes em campo: o Tricolor com mais velocidade e força no meio, enquanto o Inter apostando na experiência, toque de bola e qualidade de D’Alessandro.

“Acho que acabou aquela pancadaria de antigamente, de clássico com muito cartão. O que está prevalecendo agora essa concordância dos dois times em jogar bola”, avaliou o ex-jogador. “Por isso, acho que vai ser um grande jogo. A gente vai ter dois clássicos maravilhosos. Vamos ver futebol, talento, jogadas bonitas e oportunidades”, projetou Tarciso.

Para o ex-atleta, a criação de jogadas ofensivas é que vai definir o título gaúcho, dentro de filosofias diferentes. “O Grêmio tem uma pegada muito forte e o Inter tem essa característica de ficar mais com a bola e estudar o adversário”, analisou.

Dentro de suas estruturas básicas, Tarciso acredita que o Tricolor leva vantagem na juventude do plantel, enquanto o Colorado tem o perigo sempre presente com a qualidade do meia D’Alessandro. “O Grêmio tem alguns experientes, como o Barcos, o Pará e o Grohe, mas a maioria dos jogadores foi lançada agora. Luan, Dudu, Ramiro e Wendell têm uma força incrível”, definiu.

“Do lado do Inter vejo um grupo com muita experiência. Contra o Caxias, estudou o adversário por uns 25 minutos e depois lançou suas armas”, relatou o ex-jogador. “Exploram muito o D'Alessandro, que tem habilidade. Onde ele joga, complica”, comentou.

Além da montagem básica dos times e suas forças, Tarciso acredita que os treinadores tem um papel a mais de importância no Gre-Nal. “Vão ter que entrar no coração do jogador. Ele tem que ser inflamado, ficar cheio de adrenalina”, definiu.

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