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15/04/2014 18:59

Icasa diz que foi à Justiça porque CBF confirmou irregularidade do Figueirense

Clube cearense conseguiu liminar para disputar Série A do Brasileirão

O Icasa não entrou na Justiça Comum por um mero protocolo. A ação, que resultou em uma liminar conseguida nesta terça-feira teve a CBF como "motivadora". Isso mesmo. Segundo o diretor de futebol do clube cearense, André Turatto, pesou o fato de a entidade ter admitido - em documento oficial enviado ao Verdão do Cariri - a irregularidade na escalação do volante Luan, do Figueirense. “ Temos aqui ofícios enviados pela própria CBF. Esse documento nos foi entregue quando buscamos informação. Esses e outros pontos nos sustentam”, disse Turatto.

O dirigente afirmou ainda que a situação envolvendo o defensor do time catarinense foi descoberta por ele mesmo, ao analisar registros dos jogadores. “Entrei no futebol como diretor há pouco tempo e sempre reparei que há muita desorganização, inclusive nossa”,completou.

A reclamação do Icasa faz sentido em relação à ocorrência de irregularidade sobre a condição de jogo do volante Luan. O jogador entrou em campo pelo Figueira com contrato de empréstimo em vigência pelo Metropolitano.

A origem do problema se deu na Diretoria de Registros e Transferências da entidade. Em um teste no Boletim Informativo Diário (BID) no dia 24 de maio, a CBF desativou o contrato com o Metro, retomando o vínculo com o Figueira. Só que posteriormente, no mesmo dia, a entidade desfez a operação. Tarde demais, porque o Figueira já tinha entendido que Luan poderia entrar em campo contra o América-MG.

No entanto, segundo o procurador-geral do STJD, Paulo Schmitt, ainda que o jogador tenha atuado de forma irregular, o prazo para denúncia, previsto no Código Brasileiro de Justiça Desportiva, foi perdido.

“Houve prescrição evidente, indiscutível. Quanto à irregularidade em si, existe indícios fortes que tenha ocorrido. Porém, se a CBF falha no seu controle interno, pelo regulamento, cabe aos clubes vigiar e acionar o STJD. O prazo máximo é de 60 dias da data do fato. O Icasa até poderia se dar bem, dependeria do julgamento. Mas chegou mais de seis meses atrasado”, disse Paulo Schmitt.

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Fonte: Lancepress






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