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17/04/2014 14:53 - Atualizado em 17/04/2014 14:56

"Queremos levar a decisão para Beira-Rio", avisa presidente do Cuiabá

Aron Dresch acredita que duelo contra Inter atrairá bom público na Arena Pantanal

Cuiabá bateu o Barbalha nesta quarta e garantiu classificação na Copa do Brasil<br /><b>Crédito: </b> Pedro Lima / Divulgação Cuiabá / CP
Cuiabá bateu o Barbalha nesta quarta e garantiu classificação na Copa do Brasil
Crédito: Pedro Lima / Divulgação Cuiabá / CP
Cuiabá bateu o Barbalha nesta quarta e garantiu classificação na Copa do Brasil
Crédito: Pedro Lima / Divulgação Cuiabá / CP

Na segunda fase da Copa do Brasil, dois campeões estaduais se encontrarão na Arena Pantanal. Tanto Inter quanto o seu próximo adversário no torneio, o Cuiabá, chegaram à final dos campeonatos regionais e venceram seus principais rivais. No caso do time de Mato Grosso, o Luverdense foi batido com duas vitórias. A expectativa do presidente Aron Dresch é levar a decisão para o estádio Beira-Rio. "Não temos a pretensão de classificar em cima do Inter, mas queremos jogar no Beira-Rio. Vamos trabalhar para isso", disse o dirigente nesta quinta-feira em entrevista ao site do Correio do Povo.

Para enfrentar o Inter, o Cuiabá classificou sobre o Barbalha, do Ceará. Nessa quarta-feira, o time de Mato Grosso fez 2 a 0 em casa e garantiu a passagem inédita para a segunda fase.

Dresch admitiu que o foco principal do Cuiabá é rivalizar com Luverdense no Campeonato Brasileiro da Série C. "Realmente, a nossa preocupação é o acesso para a Série B. Conseguimos ficar na terceira divisão e agora queremos um algo mais. A nossa pretensão na Copa do Brasil é basicamente participar, mas o futebol tem sempre as suas surpresas", observou.

Fundado em 2001 pelo ex-atacante de Grêmio, Flamengo e Palmeiras, Luis Carlos Toffoli, o Gaúcho, o Cuiabá tem uma folha salarial que gira em torno de R$ 150 mil. Normalmente, o clube manda seus jogos no estádio Presidente Dutra, mas a partida diante do Inter ocorrerá na Arena Pantanal, uma das sedes da Copa do Mundo. "O Dutrinha é muito acanhado. O campo é muito ruim e chego a pensar que, se o jogo fosse lá, as equipes ficariam iguais", afirmou antes de garantir que o confronto será levado para o novo estádio. "Eu nem penso em levar o jogo para o Dutrinha. Não posso perder uma boa oportunidade como essa. Esperamos cerca de 40 mil pessoas, o que nos daria uma ótima renda", acrescentou.

Ao comentar a expectativa de público, Dresch deu uma alfinetada no Inter. "Com todo respeito ao Inter, mas aqui na cidade tem muito mais gremistas. Acho que se o confronto fosse contra o Grêmio teríamos um público maior", argumentou.

Um campeão gremista no caminho do Inter


Bicampeão estadual (2013-2014), o Cuiabá conquistou seu último título sob o comando do técnico Luciano Dias, zagueiro campeão com o Grêmio na década de 90. Para o repórter da Gazeta Digital Ismael Santos, a chegada do treinador mudou o estilo de jogo da equipe de Mato-Grosso. "Depois do estadual, o clube fez uma reformulação. Demitiu sete atletas e contratou seis. Com o Luciano, o time mudou muito e joga de uma maneira mais cadenciada. Além disso, por ter atletas jovens, é muito obediente taticamente", revelou ao site do Correio do Povo.

O jornalista da Folha Estado Ulisses Lálio admitiu que o Cuiabá dificilmente fará frente ao Inter. "Não é uma equipe estruturada para vencer um time de primeira divisão. Ele melhorou em relação ao que era, mas ainda assim não me parece preparado, principalmente porque é um time que faz poucos gols. A tendência é que o Luciano coloque um time bastante ofensivo para tentar o tudo ou nada na primeira partida e buscar o jogo em Porto Alegre", afirmou.

O jogo aéreo é uma das armas do Cuiabá. Os destaques do time neste estilo de jogo são zagueiro Samuel, autor de dois gols de cabeça nas vitórias contra o Luverdense e o centroavante Tiago Chulapa. "O Tiago não é um jogador com muita qualidade técnica, mas sabe usar o corpo e faz muito bem o pivô. O time ainda tem os laterais Éder Sciola e Juan, que fazem um bom trabalho pelos flancos", explicou.

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Fonte: Luiz Felipe Mello / Correio do Povo






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