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18/04/2014 19:50 - Atualizado em 18/04/2014 22:04

Liminar interrompe partida entre Portuguesa e Joinville

Série B começa marcada por tapetão de 2013 no Brasileirão

Oficial de justiça interrompe partida entre Portuguesa e Joinville<br /><b>Crédito: </b> JEC/Divulgação CP
Oficial de justiça interrompe partida entre Portuguesa e Joinville
Crédito: JEC/Divulgação CP
Oficial de justiça interrompe partida entre Portuguesa e Joinville
Crédito: JEC/Divulgação CP

A série B do Brasileirão de 2014 começou marcada pelo tapetão do ano passado. Enquanto era realizado o jogo entre Portuguesa e Joinville, um documento enviado por oficial de justiça foi levado ao gramado com uma liminar e, por ordem da diretoria da Lusa, a equipe deixou o campo com cerca de 15 minutos de partida, enquanto os catarinenses permaneceram no gramado por orientação de seu presidente.

Mesmo com a Portuguesa intimada a não entrar em campo, o delegado da CBF na partida informou que apenas o presidente da CBF, José Maria Marín, poderia ser comunicado da decisão judicial. Por conta disso, ele enfatizou que a orientação para a arbitragem seria de retomar o jogo e deu um período de 30 minutos para voltarem ao gramado. A equipe definiu por não retornar e o árbitro deu por encerrada a partida. "Acato ordens", definiu o técnico da Lusa, Argel.

Com o surgimento de uma decisão liminar da 3ª Vara Cível de São Paulo favorável à Portuguesa, em ação movida pelo torcedor Renato de Britto de Azevedo, a Lusa está temporariamente na Série A do Campeonato Brasileiro. A liminar colocava em risco a legalidade do jogo entre Portuguesa e Joinville, nesta sexta-feira, na estreia da Série B.

O presidente do clube, Ilídio Lico, decidiu descumprir a decisão judicial. O mandatário deu ordens para o time entrar em campo na noite desta sexta-feira, contra o Joinville, em Santa Catarina. Ao ver a liminar sendo descumprida, o vice-presidente jurídico da Lusa, Orlando Cordeiro, pediu demissão. O dirigente disse que não concordou com a decisão.

"Quando você está em uma demanda judicial e você tem uma liminar a seu favor, você tem de cumprir. Você está no meio de uma guerra, não dá para ser bonzinho", relatou o agora ex-vice-presidente jurídico lusitano.

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Fonte: Correio do Povo e Lancepress






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