Porto Alegre, segunda-feira, 20 de Outubro de 2014

  • 27/06/2014
  • 12:56
  • Atualização: 12:59

Felipão ignora estatísticas e exalta dinamismo do Chile

Técnico da Seleção elogiou trabalho de Jorge Sampaoli na equipe chilena

Felipão ignora estatísticas e exalta dinamismo do Chile  | Foto: Jefferson Bernardes / Vipcomm / CP

Felipão ignora estatísticas e exalta dinamismo do Chile | Foto: Jefferson Bernardes / Vipcomm / CP

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  • Lancepress

Na história das Copas do Mundo, a Seleção Brasileira tem um retrospecto favorável sobre o Chile. Em 1962, 1998 e 2010, a equipe verde-amarela eliminou La Roja nas fases eliminatória. Neste sábado, às 13h, em Belo Horizonte, os dois times se encontram novamente. Para o técnico Luiz Felipe Scolari, a estatística não tem valor algum. O treinador preferiu destacar o equilíbrio que existe nos confrontos mais recentes.    

"São dados estatísticos. Esse time do Chile é de 2014, não dos anos 60. Para nós, não interessa esses dados. Jogamos aqui foi 2 a 2, lá foi 2 a 1, é uma igualdade muito grande", comentou Felipão, referindo ao empate no Mineirão e à vitória em Toronto no ano passado.

Felipão, por várias vezes, elogiou o trabalho do argentino Jorge Sampaoli à frente da seleção chilena. "Desde a chegada do Sampaoli, deu uma nova dinâmica. Uma performance muito melhor, os jogadores adaptados ao esquema. A partir da chegada dele, a equipe produziu muito mais e está em um novo patamar", disse o técnico brasileiro.

Durante a semana, o atacante Alexis Sanchez afirmou que a arbitragem preocupa mais o Chile do que o próprio Brasil, principalmente depois do pênalti marcado a favor da Seleção contra a Croácia. Para a decisão deste sábado, o árbitro Howard Webb irá apitar o jogo. Webb foi quem trabalhou na partida que marcou a eliminação da La Roja da Copa de 2010. 

O zagueiro Thiago Silva minimizou a suposta provocação do atacante chileno. "Ele confia no time dele, como eu no meu. Se ele não confiar no time dele. Não estou aqui para responder ninguém. Se ele veio aqui fazer história, eu estou aqui para fazer história. Vai sair um vencedor. Não se pode dizer quem vai ganhar, mas nosso respeito tem. Se eles não têm, não posso falar nada", comentou.

Felipão se preparava para se manifestar sobre o assunto arbitragem, mas foi interrompido pelo assessor de comunicação Rodrigo Paiva. "Vamos falar uma única vez. A imprensa do Chile tem insistido. É uma pressão que soa ridícula. Não é desrespeito só com a Fifa, é com o árbitro, com a Seleção, com pessoas que trabalham sério. O Brasil não precisa de árbitro para ganhar título. Nem adianta insistir, não falaremos disso", avisou.

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