 Glauco publicava tiras na Folha de S. Paulo Crédito: Juvenal Pereira / AE
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Glauco publicava tiras na Folha de S. Paulo
Crédito: Juvenal Pereira / AE
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O cartunista Glauco Villas Boas, de 53 anos, morreu na madrugada desta sexta-feira após ser baleado durante uma suposta tentativa de assalto na Estrada Alpina, no bairro Jardim Santa Fé, em Osasco, na Grande São Paulo.
De acordo com o Hospital Albert Sabin, o cartunista deu entrada no pronto-socorro por volta da 0h30 e morreu cerca de meia hora depois. O filho dele, Raoni, de 25 anos, também foi atingido pelos disparos e morreu a caminho do hospital.
Segundo informações preliminares da Polícia Militar (PM), o crime aconteceu por volta de meia-noite. O caso foi registrado no 10º Distrito Policial de Osasco e os corpos do cartunista e do filho já foram encaminhados para o Instituto Médico Legal (IML) da cidade. Ninguém foi preso.
Glauco começou a publicar suas tiras nos anos 70 no Diário da Manhã, em Ribeirão Preto, em São Paulo. Em 1976, ele foi premiado no Salão de Humor de Piracicaba e, a partir do ano seguinte, começou a publicar seu trabalho na Folha de S. Paulo. A partir de 1984, Glauco passou a integrar o quadro de cartunistas brasileiros do espaço diário criado no jornal.
O cartunista é autor de uma família de tipos como Dona Marta, Zé do Apocalipse, Casal Neura, Doy Jorge e Geraldinho.
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