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Quadrilha em Cotiporã usou rádios para se comunicar durante fuga
Crédito: Vinicius Rorato
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A quadrilha que assaltou uma fábrica de joias em Cotiporã, na Serra gaúcha, utiliza rádios para se comunicar durante a fuga, de acordo com a Brigada Militar. Três dias depois do assalto, a polícia faz buscas na região e mantém as revistas nos limites do município por tempo indedeterminado.
• Nomes e fotos dos foragidos
No entanto, quatro homens que integram o bando conseguiram fugir. Segundo a Brigada Militar, eles teriam atravessado um trecho mais raso de um rio em Bento Gonçalves. Um dos integrantes do grupo já havia participado de um assalto em Cotiporã e conheceria bem a região.
A atual localização dos assaltantes é desconhecida. “Temos posições, que estão sendo analisadas tanto pela Polícia Civil quanto pela Brigada”, afirmou o coronel Sérgio Abreu, que está no comando das operações. “Todas as movimentações estão reservadas para não prejudicar a ação de investigação. Temos esperança de em breve de botar a mão neles”, complementou.
O assalto em Cotiporã
Na madrugada do último domingo, criminosos entraram em confronto com a Brigada Militar após uma tentativa de assalto à fábrica de joias Guindani. O grupo usou explosivos para detonar a empresa. Três bandidos morreram no conflito com os policiais, entre eles Elisandro Rodrigo Falcão, o homem mais procurado do Estado. Ele foi baleado no rosto ao tentar ultrapassar uma barreira policial.
Os foragidos fizeram o casal Ademir e Ivone Buratti, as quatro filhas e o genro reféns enquanto se escondiam em um matagal na região. Cerca de 20 horas depois, a Brigada Militar fez o resgate das vítimas. O governador Tarso Genro esteve com a família na terça-feira e ofereceu ajuda psicológica da Secretaria de Saúde.
Fonte: Rádio Guaíba e Correio do Povo
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