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04/01/2013 15:43 - Atualizado em 04/01/2013 17:00

Sete integrantes de assalto em Cotiporã já foram identificados, diz Michels

Secretário de segurança garantiu reforço no policiamento da região

Secretário estadual garantiu reforço na segurança da região<br /><b>Crédito: </b> Divulgação / Governo do RS
Secretário estadual garantiu reforço na segurança da região
Crédito: Divulgação / Governo do RS
Secretário estadual garantiu reforço na segurança da região
Crédito: Divulgação / Governo do RS

A polícia já identificou sete dos oito envolvidos no assalto a uma fábrica de joias em Cotiporã, na Serra. A afirmação foi dada nesta sexta pelo secretário estadual de Segurança Pública, Airton Michels, em entrevista coletiva. O criminoso que escapou durante o tiroteio segue foragido e ainda é desconhecido das autoridades policiais. O grupo usou explosivos para detonar a empresa. Três bandidos morreram no conflito, entre eles Elisandro Rodrigo Falcão, o homem mais procurado do Estado.

Após o ataque no município no domingo, os criminosos conseguiram escapar do cerco da polícia e manteve nove reféns por 20 horas na região. Com a identificação dos suspeitos, a polícia vai pedir a prisão preventiva dos quatro que estão foragidos. O secretário destacou que as autoridades policiais estão em alerta para capturar os foragidos.

Na entrevista, Michels garantiu que a segurança na cidade será reforçada pela BM. "Haverá policiamento ostensivo e mais investigação na região de Cotiporã”, ressaltou. Ele também pediu que a população utilize o Disque-Denúncia (181) para alertar as autoridades sobre crimes no Estado.

O secretário elogiou a operação e citou outros casos de sequestros mal sucedidos no Estado e no País. "A BM estava mobilizada com equipamentos e pessoal especializado para prevenir ou combater crimes no feriado. Nossa tarefa era salvar vidas e isso foi alcançado”, destacou. Segundo ele, dois policiais ficaram feridos na operação e nenhuma das vítimas foi lesionada. Michels disse que uma reconstituição dos fatos não foi descartada, mas é pouco provável.

Michels admitiu que a previsão inicial da investigação estava equivocada. A polícia esperava que os criminosos teriam deixado a região após o assalto. No entanto, eles teriam permanecido numa mata e fugido na madrugada da quarta-feira. “Avaliava que eles teriam fugido após a libertação dos reféns. Como visto, eles continuaram na região, no seu entorno”, disse.

O assalto em Cotiporã


Na madrugada do último domingo, criminosos entraram em confronto com a BM após a tentativa de assalto à fábrica Guindani. O grupo usou explosivos para detonar a empresa. Os foragidos fizeram o casal Ademir e Ivone Buratti, as quatro filhas e o genro reféns enquanto se escondiam em um matagal. Cerca de 20 horas depois, a Brigada Militar fez o resgate das vítimas. O governador Tarso Genro esteve com a família na terça-feira e ofereceu ajuda psicológica da Secretaria de Saúde.

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Fonte: Correio do Povo e Rádio Guaíba






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