 Prisão ocorreu no bairro São José, em Esteio Crédito: André Ávila
|
Prisão ocorreu no bairro São José, em Esteio
Crédito: André Ávila
|
A Polícia Civil prendeu dois homens e duas mulheres suspeitos de participarem do sequestro de um casal e assalto à joalheria Coliseu, do shopping Praia de Belas, em Porto Alegre. A prisão dos homens e de uma das mulheres ocorreu por volta das 16h no bairro São José, em Esteio, na região Metropolitana. O trio foi levado para a delegacia do município e, a partir de declarações deles, os agentes chegaram à segunda mulher, também presa, e uma adolescente, apreendida no fim desta tarde.
Após receber informações sobre o possível local do cativeiro do casal, uma viatura discreta da polícia começou a circular pelo bairro. Um dos suspeitos foi reconhecido pelas tatuagens e características físicas. Ele estava na companhia da namorada e de outro comparsa em um Gol, com placas de Canoas.
Durante a primeira abordagem, a mulher confessou que teria ajudado os criminosos a esconder o casal no cativeiro. A participação do segundo homem nos crimes ainda está sob investigação. O titular da Delegacia de Repressão a Roubos do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), Juliano Ferreira, irá colher depoimentos dos três, em Esteio. Para a polícia, o esconderijo utilizado também deve estar situado em um dos becos do bairro São José.
Crime começou na noite anterior
De acordo com a Brigada Militar, entre cinco e sete criminosos teriam realizado o ataque a joalheira, nessa quinta-fiera. Na noite anterior, uma funcionária da loja e o namorado dela foram rendidos em casa e levados até o shopping pelo grupo. Na fuga, o casal foi feito refém pelos criminosos. Os dois foram libertados no Centro de Canoas.
Antes de fugir, o grupo deixou um artefato na joalheria. Inicialmente acreditou-se que tratava-se de uma bomba, mas a Brigada Militar confirmou depois que o objeto não era explosivo. O shopping Praia de Belas fechou por cerca de três horas devido ao assalto.
Ação do assalto surpreendeu polícia
Para o delegado Juliano Ferreira, a ação foi semelhante a de um assalto a banco. “Esse modus operandi deles nos surpreende, uma vez que as mercadorias que eles queriam levar estão à disposição no balcão da loja, e isso difere um pouco dos demais assaltos a joalherias. Nós estamos avaliando porque ela foi sequestrada”, comentou.
Fonte: Lucas Rivas / Rádio Guaíba
|