Correio do Povo

Porto Alegre, 26 de Maio de 2013


Porto Alegre
Agora
16ºC
Amanhã
13º 25º


Faça sua Busca


Notícias > Geral

ImprimirImprimir EnviarEnviar por e-mail Fale com a redaçãoFale com a redação Letra Diminuir letra Aumentar Letra

11/02/2013 08:15 - Atualizado em 11/02/2013 10:29

Morre em Porto Alegre a 239ª vítima do incêndio na boate Kiss

Homem estava internado no Hospital Cristo Redentor, na Capital

Morreu nesse domingo 239ª vítima de incêndio<br /><b>Crédito: </b> Mauro Schaefer
Morreu nesse domingo 239ª vítima de incêndio
Crédito: Mauro Schaefer
Morreu nesse domingo 239ª vítima de incêndio
Crédito: Mauro Schaefer

Mais uma vítima do incêndio na boate Kiss, ocorrido em 27 de janeiro em Santa Maria, não resistiu aos ferimentos e morreu duas semanas após a tragédia. A informação foi confirmada na manhã desta segunda-feira pela Secretaria Estadual da Saúde.

Conforme o governo, trata-se de um homem que estava internado no Hospital Cristo Redentor, em Porto Alegre. O óbito ocorreu na noite desse domingo. A idade e o nome do paciente não foram divulgados, dependendo de autorização da família.

Com isso, chega a 239 o número de mortes. De acordo com a secretaria, 49 feridos no incêndio continuam internados em hospitais em quatro cidades – 31 em Porto Alegre, um em Caxias do Sul, dois em Canoas e 15 em Santa Maria.

A tragédia

O incêndio na boate Kiss – que fica na Rua dos Andradas, Centro de Santa Maria – começou por volta das 2h30min da madrugada de 27 de janeiro. O público jovem participava de uma festa organizada por estudantes da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).

Segundo testemunhas, o fogo teria começado quando um dos integrantes da banda Gurizada Fandangueira, que acabara de subir ao palco, lançou um sinalizador. O objeto teria encostado na forração da casa noturna.

As pessoas não teriam percebido o fogo de imediato, mas assim que o incêndio se espalhou, a correria teve início. Testemunhas relataram que, a princípio, parecia uma briga e os seguranças fizeram um cordão de bloqueio. Mas, quando viram que era um incêndio, liberaram a passagem.

Conforme relatos, os extintores posicionados na frente do palco não funcionaram. Em pânico, muitos não conseguiram encontrar a única porta de saída do local e correram para os banheiros. Aqueles que conseguiram fugir em direção à saída, ficaram presos nos corrimãos usados para organizar as filas. A boate foi tomada por uma fumaça preta e as pessoas não conseguiam enxergar nada. A maioria morreu asfixiada dentro dos banheiros ou na parte dos fundos da boate.

Bookmark and Share

Fonte: Correio do Povo






O que você deseja fazer?

Busca

EDIÇÕES ANTERIORES

Acervo de 09 de Junho de 1997 a 30 de Setembro de 2012. Para visualizar edições a partir de 1 de Outubro de 2012, acesse a Versão Digital do Correio do Povo. No menu, acesse “Opções” e clique em “Edições Anteriores”.