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Na madrugada deste domingo foi deflagrada a Operação Divisa, entre Santa Catarina e Rio Grande do Sul, para fiscalizar os veículos que ingressam no Estado pela BR 101. Uma barreira foi montada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Km 0, posto de Torres, Litoral Norte. O objetivo é localizar suspeitos de envolvimento na onda de atentados em Santa Catarina que estejam fugindo do estado vizinho em direção ao território gaúcho.
Além de buscar integrantes do Primeiro Grupo Catarinense (PGC) – braço da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) de São Paulo – a polícia procura por armas, drogas, explosivos e combustíveis que possam estar sendo transportados do Rio Grande do Sul para o estado catarinense. Estão sendo abordados todos os tipos de veículos – de passeio, de carga e motocicletas. A revista é minuciosa e todos os compartimentos dos carros são checados.
Segundo o inspetor do Núcleo de Comunicação da PRF gaúcha João Antônio Brasil, pelo menos 30 agentes foram deslocados da operação Sentinela – que fiscaliza as áreas de fronteira – para integrar a ação coordenada pela Força Nacional de Segurança.
Ministro anuncia cerco por terra, mar e ar
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso, anunciou nesse sábado, em entrevista coletiva, o começo da Operação Divisa, que corresponde ao cerco por terra, mar e ar em Santa Catarina por conta dos inúmeros atentados no Estado. Segundo Cardoso, a ofensiva irá intensificar a fiscalização policial em estradas, portos e aeroportos catarinenses.
Com informações do repórter Luiz Sérgio Dibe
Fonte: Correio do Povo
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