 Grupo de estudantes aguarda reunião do lado de fora Crédito: Jerônimo Pires / Rádio Guaíba / Especial CP
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Grupo de estudantes aguarda reunião do lado de fora
Crédito: Jerônimo Pires / Rádio Guaíba / Especial CP
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Desde às 9h desta quinta-feira, membros do Conselho Municipal de Transporte Urbano (Comtu) se reúnem na sede da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) para avaliar pedido de aumento da tarifa de ônibus de Porto Alegre. Atualmente o valor da passagem é de R$ 2,85. Em fevereiro, o Sindicato das Empresas de Ônibus da Capital (Seopa) solicitou reajuste para R$ 3,30.
Do lado de fora, cerca de 150 pessoas, entre rodoviários e estudantes, protestam contra o aumento da tarifa. Conforme números divulgados pelo Seopa, mensalmente são transportadas cerca de 30 milhões de pessoas nas 380 linhas da Capital - cerca de 10 milhões são isentas de passagem.
O procurador do Ministério Público de Contas do Estado (MPC), Geraldo da Camino, informou que um assessor do órgão participa do encontro. Em entrevista à Rádio Guaíba nesta quinta-feira, da Camino adiantou que o MPC solicitará até amanhã o aprofundamento de alguns itens, como depreciação da frota e investimentos em publicidade, que devem ser considerados no cálculo do aumento das passagens, incluindo a desoneração da folha de pagamento.
TCE diz que reajuste deve levar em conta frota efetiva
No início deste mês, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) julgou o reajuste da passagem de ônibus. Por unanimidade, foi definido que o cálculo para a mudança na tarifa deve levar em conta somente a frota que está em circulação em Porto Alegre.
O TCE questiona a necessidade de utilização da frota total das empresas no cálculo utilizado para definir o reajuste. Segundo o conselheiro Iradir Pietroski, relator do processo, o valor a ser usado tem que considerar apenas a frota operante.
Fonte: Correio do Povo e Rádio Guaíba
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