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09/01/2014 11:25 - Atualizado em 09/01/2014 19:54

Operação prende oito suspeitos por irregularidades em obras no RS

Empresas de engenharia são suspeitas de receber recursos, mas não concluírem trabalhos

Entre os presos estão quatro servidores públicos e cinco empresários<br /><b>Crédito: </b> Samuel Maciel
Entre os presos estão quatro servidores públicos e cinco empresários
Crédito: Samuel Maciel
Entre os presos estão quatro servidores públicos e cinco empresários
Crédito: Samuel Maciel

Oito pessoas foram presas durante a operação Kilowatt, deflagrada nesta quinta-feira pela Delegacia Fazendária do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic). Entre os detidos estão servidores públicos – um diretor e três fiscais da Secretaria de Obras Públicas, Irrigação e Desenvolvimento Urbano do Rio Grande do Sul – e  empresários.

• Secretaria de Obras do RS é alvo da operação

Em entrevista coletiva, os delegados Joerberth Nunes e Daniel  Mendelski explicaram que três empresas de engenharia são monitoradas, há um ano, pela atuação em seis obras públicas estaduais avaliadas em R$ 12 milhões. A Delegacia Fazendária investiga superfaturamento e pagamento de propina a servidores públicos. 

Em fevereiro de 2013, o Departamento de Gestão do Conhecimento para Prevenção e Repressão à Corrupção da Secretaria de Segurança encaminhou à Polícia Civil apontamentos da Contadoria e Auditoria-Geral do Estado (CAGE) sobre possíveis irregularidades em obras na Fundação Estadual de Produção e Pesquisa em Saúde (Fepps), que é vinculada à Secretaria de Saúde do Estado. Entre os trabalhos investigados estão reformas de uma subestação elétrica, do sistema de climatização e de um laboratório.

As empresas de engenharia são suspeitas de receberam recursos públicos e não efetuarem as obras ou utilizarem materiais de qualidade inferior, como não substituição de telhados e não substituição de madeiramentos. Apesar de de serem apenas seis os trabalhos investigados, essas empresas têm pelo menso 60 obras contratadas com o governo do Estado. 

No Rio Grande do Sul, a ofensiva ocorreu em Canela, Ivoti, Nova Petrópolis, Novo Hamburgo, Porto Alegre e São Leopoldo. Em São Paulo, os alvos são os municípios de Campinas e Limeira. Cerca de 150 policiais civis participaram da ofensiva. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão nas secretarias estaduais de Educação, Obras e Saúde. 

* Com informações da repórter Flávia Bemfica


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Fonte: Correio do Povo






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