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22/01/2014 18:18 - Atualizado em 22/01/2014 18:44

Com pico de 6.686 Megawatts, RS atinge maior nível de demanda de energia

Monitoramento do fluxo de energia é feito desde 2000 pelo Centro de Operação do Sistema (COS)

Às 18h30min a temperatura era de 37° no Centro da Capital<br /><b>Crédito: </b> Bruna Cabrera / Especial CP
Às 18h30min a temperatura era de 37° no Centro da Capital
Crédito: Bruna Cabrera / Especial CP
Às 18h30min a temperatura era de 37° no Centro da Capital
Crédito: Bruna Cabrera / Especial CP

A Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE) confirmou mais um recorde de consumo de energia, na tarde desta quarta-feira, no Rio Grande do Sul. O monitoramento do fluxo de energia é feito desde 2000 pelo Centro de Operação do Sistema (COS) do Grupo CEEE. Nesta tarde, o COS registrou às 14h32min, quando a temperatura era de 38,1ºC na Capital, um pico de 6.686 Megawatts (MW), o maior desde a criação do centro de operação. 

Na mesma tarde em que o recorde foi batido, a CEEE registra falta de luz em pelo menos oito mil pontos do bairros Cidade Baixa, Azenha e Santana. O problema técnico ocorreu em um dos alimentadores da concessionária. O defeito ocorreu uma saída do equipamento e deve ser reparado até as 18h30min.

Em 2013, o pico havia sido de 6.280 MW, em 1º de fevereiro. Esse recorde já havia sido batido na segunda-feira, com 6.570 MW. O índice é consequência do calor, que eleva as cargas de refrigeração de todos os segmentos de consumidores, tantos comerciais quanto residenciais. A demanda é o consumo instantâneo requisitado, diferente do consumo, que é a energia utilizada em um determinado período, especificado nas contas mensais de luz.

Já o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) confirmou que, na região Sul e em todo o País, os recordes históricos foram batidos ontem: 17.705 MW entre Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina, e 81.591 MW, em nível nacional. O órgão esclarece que, como o sistema é interligado, não há risco de desabastecimento em regiões com demanda maior em função do calor, já que em caso de emergência, pode haver transmissão de energia a partir de outro local.

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Fonte: Lucas Rivas/Rádio Guaíba






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