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23/01/2014 23:23 - Atualizado em 23/01/2014 23:32

Nove jovens foram detidos por suspeita de vandalismo em protesto

Polícia prendeu ao menos seis adultos e apreendeu três menores após atos de violência em Porto Alegre

Polícia prendeu ao menos seis adultos e apreendeu três menores após atos de violência em Porto Alegre<br /><b>Crédito: </b> Fabiano do Amaral
Polícia prendeu ao menos seis adultos e apreendeu três menores após atos de violência em Porto Alegre
Crédito: Fabiano do Amaral
Polícia prendeu ao menos seis adultos e apreendeu três menores após atos de violência em Porto Alegre
Crédito: Fabiano do Amaral

Pelo menos nove jovens foram detidos durante o primeiro grande protesto de 2014 em Porto Alegre. De acordo com a Brigada Militar, seis adultos foram presos e três menores apreendidos sob suspeita de participar dos atos de vandalismo no Centro da Capital.

Cerca de uma hora e meia após o início da marcha – animada por diversos cânticos – vândalos atearam fogo em pelo menos três contêineres de lixo e depredaram alguns prédios, como o da agência da CEEE, na avenida Borges de Medeiros. As vidraças na entrada da estação do Trensurb também foram pichadas.

A tropa de choque da Brigada Militar apareceu após as cenas de vandalismo e um grupo seguiu em direção à Cidade Baixa. Por volta das 21h, a manifestação chegou ao Largo Zumbi dos Palmares, na avenida Loureiro da Silva, que chegou a ficar bloqueada nos dois sentidos. A partir dali os manifestantes começaram a se dispersar por volta das 21h30min.

Caminhada pacífica

De acordo com o Centro de Comando Integrado da Prefeitura de Porto Alegre, cerca de 1,2 mil pessoas participam do protesto, que teve concentração no fim da tarde, no Paço Municipal. Em seguida, os manifestantes saíram pela avenida Júlio de Castilhos, entraram na rua da Conceição e atravessaram o túnel, retornando à avenida Salgado Filho e, em seguida, à Borges de Medeiros, onde começaram os primeiros incidentes.

Durante a caminhada, cânticos como “Somos do povo e a passagem os ricos vão pagar”, “Quem não pula quer aumento” e “Não vai ter Copa” embalaram a manifestação. O volume dos gritos foi reduzido apenas nas cercanias da Praça Argentina, por respeito aos pacientes internados na Santa Casa, localizada ali perto.

Assista aos vídeos: 





*Com informações do repórter Luiz Sérgio Dibe / Correio do Povo

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Fonte: Correio do Povo







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