Porto Alegre, segunda-feira, 24 de Novembro de 2014

  • 26/01/2014
  • 22:50
  • Atualização: 23:00

Com greve, apenas 436 ônibus circulam em Porto Alegre nesta segunda

Lotações poderão transportar passageiros em pé para amenizar impacto à população

Lotações poderão transportar passageiros em pé para amenizar impacto à população | Foto: André Ávila

Lotações poderão transportar passageiros em pé para amenizar impacto à população | Foto: André Ávila

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  • Correio do Povo

Apenas 436 ônibus urbanos, da frota de 1.453, vão circulam a partir da meia-noite, em Porto Alegre. Os rodoviários, cumprindo com o início da greve, prometeram colocar 30% dos veículos para atendimento ao público. Em reunião entre a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), Brigada Militar e as companhias de transporte, sábado, ficou definido que as linhas de maior percurso estarão em funcionamento. Ficou acertado que a Carris terá 100 carros na rua. O Consórcio STS vai disponibilizar 125, enquanto a Unibus terá 95 e a Conorte, 116. Não haverá atendimento dentro dos bairros.

Os rodoviários se comprometeram a seguir à risca as determinações dos Ministério Público do Trabalho (MPT) para que a greve seja legítima. Em reunião na sexta-feira, na sede do MPT, ficou estabelecido que a EPTC irá fiscalizar o cumprimento do que foi prometido pelas partes envolvidas e enviará relatórios diários ao MPT, o qual monitorará o movimento enquanto ele persistir.

A EPTC e entidade patronal reconhecem os prejuízos à população com os outros 70% dos ônibus parados. “É um prejuízo significativo. Esperamos que as pessoas consigam organizar caronas ou buscar outros transportes alternativos para deslocamento”, disse o diretor-presidente da EPTC, Vanderlei Cappellari. A EPTC disponibilizou 250 agentes de trânsito por turno para atuar nas principais vias e garagens das empresas de ônibus.

Passageiros poderão ir em pé nas lotações

O atendimento das linhas de lotação será ampliado, com a permissão de que passageiros viajem em pé. A frota de táxis também foi alertada sobre a paralisação e está mobilizada. A prefeitura vai alterar os tempos das sinaleiras nos principais eixos para dar uma maior agilidade ao transporte coletivo.

O Centro Integrado de Comando, que conta com 840 câmeras nas principais vias e locais públicos, vai monitorar os reflexos da greve na cidade e orientar a população sobre opções de mobilidade.

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