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27/01/2014 17:34 - Atualizado em 27/01/2014 17:38

Perícia confirma que incêndio no Mercado Público foi provocado por fritadeira elétrica

Donos do restaurante onde equipamento ficou ligado poderão ser indiciados por incêndio culposo

Perícia confirma que incêndio no Mercado Público foi provocado por fritadeira elétrica<br /><b>Crédito: </b> Mauro Schaefer
Perícia confirma que incêndio no Mercado Público foi provocado por fritadeira elétrica
Crédito: Mauro Schaefer
Perícia confirma que incêndio no Mercado Público foi provocado por fritadeira elétrica
Crédito: Mauro Schaefer

Como a Polícia Civil já suspeitava, o incêndio no Mercado Público de Porto Alegre, registrado na noite de 6 de julho de 2013, foi provocado por uma fritadeira elétrica que ficou ligada na cozinha do restaurante Atlântico, loja 46, localizado no segundo pavimento. Nesta manhã, a delegada adjunta da 17ª DP, Carmen Kátia Régio, recebeu oficialmente os laudos, com cerca de 180 páginas, do Instituto Geral de Perícias (IGP). A perícia será agora incluída no inquérito. “Até o final de semana devo enviá-lo à Justiça”, avaliou, acrescentando que o resultado das investigações “estão bem fundamentados”.

Conforme a delegada, o proprietário e um funcionário poderão ser responsabilizados por incêndio culposo, ou seja, quando não houve a intenção de causar o sinistro. “A pena é de seis meses a dois anos”, lembrou. Carmen Kátia Régio disse também que os laudos periciais do IGP apontaram a ocorrência de um sobreaquecimento decorrente da fritadeira elétrica ter ficado ligada por muito tempo, fazendo com o óleo nela entrassem em combustão e o fogo se alastrasse pelo local.

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Além de depoimentos, imagens de uma câmera de monitoramento de rua confirmaram visualmente onde começou o incêndio. “As primeiras chamas aparecem na janela do restaurante”, destacou a delegada adjunta da 17ª DP.

Vistoria dos Bombeiros é aguadada há três semanas

Com a instalação pronta há mais de um mês, cinco restaurantes e duas confeitarias que pegaram fogo no segundo andar do Mercado Público da Capital seguem aguardando aval para reabrirem no térreo, no espaço de eventos. De acordo com o presidente da Associação dos Permissionários, Ivan Konig, o pedido de vistoria dos Bombeiros, sem o a qual a liberação não ocorre, já foi feito há três semanas. Ministério Público, Corpo de Bombeiros e Prefeitura vão se reunir amanhã para discutir as pendências.

A restauração da área atingida pelas chamas deve ser concluída até o fim do ano. A Prefeitura, porém, ainda espera o repasse da primeira parcela dos recursos, liberados através do PAC Cidades Históricas para a recuperação do prédio histórico. Ao todo, serão destinados R$ 19,5 milhões. A recuperação do Mercado Público deve custar quase R$ 20 milhões.

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Fonte: Correio do Povo e Samuel Vettori/Rádio Guaíba






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