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29/01/2014 11:20 - Atualizado em 29/01/2014 19:11

Sobe para cinco o número de mortos em passarela no Rio

Luis Carlos Guimarães, 70 anos, sofreu traumatismo craniano, edema cerebral e fratura nos arcos costais

Carro de  Luis Carlos Guimarães, 70 anos,  foi atingido  por passarela na Linha Amarela <br /><b>Crédito: </b> Tania Rego/Agência Brasil /CP
Carro de Luis Carlos Guimarães, 70 anos, foi atingido por passarela na Linha Amarela
Crédito: Tania Rego/Agência Brasil /CP
Carro de Luis Carlos Guimarães, 70 anos, foi atingido por passarela na Linha Amarela
Crédito: Tania Rego/Agência Brasil /CP

O passageiro do Palio que foi atingido pela passarela que desabou nessa terla, na Linha Amarela (zona norte do Rio) Luis Carlos Guimarães, 70 anos, morreu na manhã desta quarta-feira, 29, em decorrência de traumatismo craniano, edema cerebral e fratura nos arcos costais.

A vítima estava internada no Hospital Municipal Salgado Filho, no Meier (zona norte). Guimarães é o quinto morto após o acidente de ontem. Jairo Zenaide, 43 anos, permanece internado no Hospital Federal de Bonsucesso em estado grave.

Nesta quarta, um dia depois do acidente, pelo menos duas carretas foram paradas na via expressa por uma viatura da Polícia Militar, no início da manhã desta quarta. O tráfego de caminhões é proibido nos dois sentidos da Linha Amarela das 6h às 10h, e das 17h às 20h, em dias úteis.

Um dos veículos parados pela PM, de uma empresa de mudanças, seguia na pista sentido Ilha do Fundão/UFRJ (zona norte). O outro estava na pista sentido Barra da Tijuca (zona oeste), e carregava cerveja. Imagens feitas pelo helicóptero de uma rede de televisão no início da manhã mostraram vários caminhões trafegando irregularmente pela Linha Amarela.

De acordo com a Lamsa, concessionária que administra a via expressa, cabe ao Batalhão de Policiamento em Vias Especiais (BPVE) da PM fiscalizar o tráfego de caminhões no horário proibido. Para isso, o batalhão precisa ser acionado pela própria concessionária. No acidente dessa terça-feira (28), isso não ocorreu porque, segundo a Lamsa, o caminhão percorreu três quilômetros na via em apenas dois minutos, e não houve tempo hábil para acionar o BPVE.

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Fonte: AE







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