Porto Alegre, domingo, 21 de Dezembro de 2014

  • 29/01/2014
  • 14:06
  • Atualização: 14:41

Setor da Saúde também fica prejudicado com a greve dos rodoviários

Alguns profissionais tiveram dificuldades para chegar aos postos de saúde e hospitais

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  • Correio do Povo

Foi necessário uma força-tarefa para evitar que a falta de ônibus em Porto Alegre prejudicasse o atendimento na área da saúde. Os funcionários dos hospitais de Pronto Socorro (HPS) e Materno Infantil Presidente Vargas puderam utilizar um dos três ônibus da Carris, que foram liberados para essa finalidade. Pela importância, o mesmo serviço foi oferecido aos profissionais que atuam no Centro de Saúde dos Comerciários, localizado na vila Cruzeiro, zona Sul.

Pela manhã, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) monitorou o funcionamento de todas as unidades de atendimento distribuídas pela cidade. A SMS informou que todos os locais estiveram abertos. Porém, foram constatados problemas pontuais. O principal deles foi a dificuldade de alguns profissionais para chegar ao trabalho.

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No Centro de Saúde Santa Marta, localizado no Centro, a abstenção dos pacientes foi de 50% nas consultas especializadas e exames. A coordenadora do Centro de Especialidade, Letícia Vasconcellos Tonding, explicou que em relação aos funcionários as ausências foram poucas. Porém, a falta foi total dos trabalhadores terceirizados (como da limpeza).
No Complexo Hospitalar Santa Casa, no Centro, foram registrados alguns transtornos, como a falta de profissionais e consultas canceladas. O percentual foi considerado pequeno. Uma das medidas que evitou danos maiores foi a disponibilidade de ônibus próprios para transporte.

O mesmo ocorreu no Hospital Ernesto Dorneles (HED), que desde segunda-feira conta com ônibus próprios para buscar e levar os profissionais. Na farmácia de medicamentos especiais do Estado, localizada na avenida Borges de Medeiros, a fila de pacientes era cerca de 50% menor do que em dias normais.

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