Correio do Povo

Porto Alegre, 2 de Setembro de 2014


Porto Alegre
Agora
13ºC
Amanhã
16º 21º


Faça sua Busca


Notícias > Geral > País

ImprimirImprimir EnviarEnviar por e-mail Fale com a redaçãoFale com a redação Letra Diminuir letra Aumentar Letra

12/02/2014 18:07 - Atualizado em 12/02/2014 18:20

Manifestantes do MST ocupam gramado em frente ao Congresso Nacional

Polícia Militar fez um cordão de isolamento do prédio

Manifestantes em frente ao Congresso Nacional<br /><b>Crédito: </b> Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil / CP
Manifestantes em frente ao Congresso Nacional
Crédito: Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil / CP
Manifestantes em frente ao Congresso Nacional
Crédito: Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil / CP

Os manifestantes do Movimento dos Sem Terra (MST) fizeram breve parada no gramado em frente ao Congresso Nacional antes de seguirem de volta ao Ginásio Nilson Nelson, onde estão reunidos. A Polícia Militar fez um cordão de isolamento do prédio, mas não houve confronto e a marcha permaneceu apenas alguns minutos no gramado.

Mais cedo, os manifestantes desceram a Esplanada dos Ministérios e ocuparam a Praça dos Três Poderes antes de ocupar o quadrilátero em frente ao Parlamento. Quando chegaram à praça houve confronto com a PM. Os manifestantes derrubaram as grades laterais do Congresso e avançaram em direção ao prédio. A Polícia Militar reagiu e houve confronto. Pelo menos um trabalhador do MST foi agredido e outro foi preso por agredir um PM. O MST reagiu jogando pedaços de paus e pedras e a polícia respondeu com bombas de gás.

Segundo o 1º tentente da PM, Mikhail Muniz, o protesto reúne 15 mil manifestantes e 12 polícias ficaram feridos no confronto e foram encaminhados para atendimento médico.

Os sem terra estão em Brasília para participar do Congresso Nacional do MST, que começou segunda-feira e vai até sexta-feira, com a presença de mais de 15 mil trabalhadores de 23 estados e 250 convidados internacionais. Entre os objetivos do encontro estão um balanço da atual situação do movimento, a discussão de novas formas de luta pela terra, pela reforma agrária e por transformações sociais. Também são discutidos o papel político dos assentamentos e a participação da mulher e dos jovens no movimento. O protesto de hoje é uma marcha com o objetivo de cobrar mais rapidez na reforma agrária no Brasil.

Bookmark and Share


Fonte: Agência Brasil






O que você deseja fazer?

Busca

EDIÇÕES ANTERIORES

Acervo de 09 de Junho de 1997 a 30 de Setembro de 2012. Para visualizar edições a partir de 1 de Outubro de 2012, acesse a Versão Digital do Correio do Povo. No menu, acesse “Opções” e clique em “Edições Anteriores”.