Porto Alegre, sábado, 20 de Dezembro de 2014

  • 05/03/2014
  • 19:04
  • Atualização: 19:09

Prefeitura e Clínicas projetam início da reforma para o final do mês

Câmara de Vereadores aprovou a ampliação do hospital em sessão realizada nesta quarta-feira

Câmara de Vereadores aprovou a ampliação do hospital  | Foto: Hospital de Clínicas / Divulgação

Câmara de Vereadores aprovou a ampliação do hospital | Foto: Hospital de Clínicas / Divulgação

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  • Samantha Klein/Rádio Guaíba

Com a solução da polêmica em relação ao projeto de ampliação do Hospital de Clínicas, a próxima etapa passa pelo crivo burocrático das secretarias do Meio Ambiente e de Urbanismo. A Smam precisa liberar a licença ambiental prévia, com a inclusão das compensações ambientais. Ja as plantas arquitetônicas dos dois novos prédios estão em análise na Secretaria do Urbanismo.

A titular do Escritório de Licenciamento e Regularização Fundiária, Ana Pellini, está articulando com as pastas para tentar acelerar o processo burocrático. Pellini acredita que até o final do mês será possível entregar as autorizações para o início da construção. “É um projeto muito importante para a cidade, por isso estamos juntando todos os esforços para liberar a construção o quanto antes. A Smam está analisando o projeto já com as compensações e o Urbanismo analisa o projeto arquitetônico”, sustenta.

“Assim que tivermos as licenças, as obras começam. Vamos compensar os meses de atraso para cumprir o cronograma”, ressalta o engenheiro do Clínicas, Fernando Martins.

Os vereadores de Porto Alegre aprovaram por 30 votos o projeto, que permitirá a ampliação do Hospital de Clínicas, em sessão realizada na tarde desta quarta-feira. Com a aprovação, a obra orçada em R$ 408 milhões poderá ser iniciada, após quatro meses de atraso.

O projeto fere duas leis municipais: Plano Diretor, ao oferecer mil vagas de estacionamento a menos do que preveria uma construção desse porte; e não considera o Patrimônio Histórico. A fachada modernista do edifício da década de 1940 ficará coberta pelas novas edificações.

As obras vão levar três anos e meio para serem concluídas. Haverá duplicação do número de leitos na CTI, que passam de 54 para 110. A emergência do hospital universitário será triplicada.

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