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07/03/2014 12:51 - Atualizado em 07/03/2014 13:14

Rodoviários suspendem paralisação no final de semana e retomam na segunda

Trabalhadores impedem saída de ônibus do consórcio STS em Porto Alegre

Trabalhadores impedem saída de ônibus do consórcio STS em Porto Alegre<br /><b>Crédito: </b> Samuel Maciel
Trabalhadores impedem saída de ônibus do consórcio STS em Porto Alegre
Crédito: Samuel Maciel
Trabalhadores impedem saída de ônibus do consórcio STS em Porto Alegre
Crédito: Samuel Maciel

O grupo de rodoviários que impede a saída de ônibus das empresas do consórcio STS, em Porto Alegre, decidiu manter a paralisação nesta sexta-feira, retomar as operações no final de semana, mas deve voltar a cruzar os braços na segunda-feira caso as reivindicações não sejam atendidas. Já as empresas Trevo e Viação Teresópolis Cavalhada (VTC) aguardam pela Brigada Militar (BM) para liberação das garagens. A polícia depende do acompanhamento de um oficial de Justiça. 

A liminar para retirada dos manifestantes dos locais foi obtida pelas permissionárias. O diretor da STS, Antonio Augusto Lovatto, informou que os ônibus foram colocados na porta da garagem para agilizar a saída. “Precisamos da ajuda da Brigada Militar para que possamos atender os passageiros”, explicou. Algumas viaturas passaram pelas garagens da VTC e da Trevo, mas os policiais militares não realizaram nenhum ação para a retirada dos manifestantes dos portões das duas empresas.

A paralisação afetou cerca de 150 mil pessoas em Porto Alegre. O protesto afetou principalmente os moradores da zona Sul da Capital. Os rodoviários protestaram na frente das garagens da Trevo, na rua Coronel Massot, e da VTC, na avenida Cavalhada, na zona Sul da cidade, devido ao descontos de dias parados e no vale-alimentação relativos ao período da greve da categoria realizada este ano. Além disso, a demissão de um motorista ligado ao comando de greve também foi criticada pelos rodoviários, já que a categoria atribuiu a decisão da empresa VTC a perseguição política.

De acordo com Alceu Weber, da comissão de negociação dos rodoviários, as empresas descontaram sete dias da folha de pagamento do mês de fevereiro. “Durante a greve, a Trevo descontou cinco dias e agora mais dois. Na VTC foram dois dias descontados do salário, do vale refeição e teve ainda a demissão do colega. Ele foi um membro ativista. Esteve em várias garagens e participou do comando de greve”, acrescentou.

Por volta das 8h30min, ocorreu um princípio de confusão entre integrantes do Sindicato dos Rodoviários de Porto Alegre e funcionários da VTC. Para Gilvani Oliveira, do comando de greve da Trevo, a empresa estava tentando forçar os motoristas e cobradores a trabalhar. “Não vamos aceitar. Estão forçando os trabalhadores ameaçando dar gancho se não trabalhar”, explicou. Já representantes da empresa acusaram um membro do sindicato de mexer nos ônibus que estavam dentro da garagem.

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Fonte: Cláudio Isaías / Correio do Povo






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