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10/03/2014 09:51 - Atualizado em 10/03/2014 10:09

Mancha de petróleo na Malásia não é de avião desaparecido

Homem que embarcou com passaporte falso foi identificado por autoridades

A amostra procedente de uma mancha de petróleo encontrada em frente à costa da Malásia não pertence ao Boeing 777 da Malaysia Airlines que desapareceu no sábado, segundo os resultados das análises revelados nesta segunda-feira. "Este combustível não é utilizado nos aviões", e sim nos barcos, declarou a porta-voz da polícia marítima da Malásia, Faridah Shuib.

A mancha foi vista a 185 quilômetros da costa oriental da Malásia, não muito distante do local onde os controladores de tráfego aéreo perderam o contato com a aeronave. Mais de 48 horas depois de seu desaparecimento, o mistério continua sobre o destino do voo MH370 da companhia Malaysian Airlines entre Kuala Lumpur e Pequim com 227 passageiros de 14 nacionalidades, entre eles 153 chineses, e 12 tripulantes a bordo.

Malásia identifica homem que embarcou com passaporte falso

A Malásia identificou um dos dois passageiros que embarcaram no voo desaparecido da Malaysia Airlines com passaportes roubados, informou nesta segunda-feira o chefe da polícia local, Khalid Abu Bakar. Segundo ele,  o homem não é malaio, mas a nacionalidade não foi revelada.  As autoridades conseguiram identificá-lo por meio de imagens das câmaras de segurança do aeroporto. "Ainda estamos verificando se eles (os dois suspeitos com passaportes roubados) chegaram legal ou ilegalmente (ao país)", disse.

O voo da Malaysia Airlines, que fazia o trecho entre a capital do país, Kuala Lumpur, e a capital da China, Pequim, desapareceu no sábado. Não foi enviado qualquer pedido de ajuda, de acordo com as autoridades. O desaparecimento levou a um esforço internacional de busca e salvamento envolvendo vários países e dezenas de aviões e navios, mas até agora não foram encontradas provas de destroços do avião. Segundo a empresa responsável, a aeronave teve  um problema em uma das asas em 2012, mas foi completamente reparado e teve "luz verde" para voar.


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Fonte: AFP e Agência Brasil






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