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16/03/2014 10:49 - Atualizado em 16/03/2014 10:54

Malásia anuncia que 25 países participam das buscas a avião desaparecido

Aeronave desapareceu no último dia 8 com 239 pessoas a bordo

Número de países nas buscas praticamente dobrou<br /><b>Crédito: </b> Mohd Rasfan / AFP / CP
Número de países nas buscas praticamente dobrou
Crédito: Mohd Rasfan / AFP / CP
Número de países nas buscas praticamente dobrou
Crédito: Mohd Rasfan / AFP / CP

O governo da Malásia anunciou neste domingo que o número de países envolvidos nos esforços para encontrar o Boeing 777 desaparecido praticamente dobrou e chegou a 25 em um novo esforço para encontrar a aeronave em uma ampla área de mar e terra. "O número de países envolvidos na operação de busca e resgate aumento de 14 a 25, o que representa novos desafios em termos de coordenação e diplomacia", disse o ministro dos Transportes da Malásia, Hishammuddin Hussein.

• Malásia confirma que sumiço do avião foi intencional

A Malásia destacou nesse sábado que os dados por satélite mostravam que o voo 370 da Malaysia Airlines pode ter prosseguido a viagem para um destino desconhecido, em uma ampla zona que vai do Cazaquistão até o sul do Oceano Índico, depois de ter desaparecido dos radares civis em 8 de março.

Hishammuddin disse em uma entrevista coletiva que a Malásia, que coordena a busca, entrou em contato neste domingo com as autoridades de pelo menos 22 países para solicitar ajuda. O auxílio inclui informação por satélite e dados militares sensíveis de países como Estados Unidos, China e França.

Questionado sobre as possibilidades de sucesso em uma área de busca tão ampla, o ministro admitiu a dificuldade da tarefa. "Esperamos que as partes possam prestar seu apoio e nos ajudar a reduzir a busca a uma zona muito mais factível", disse.

A polícia malaia anunciou que busca informações sobre todos os passageiros com outros países e agências de inteligência ao mesmo tempo que reforça as investigações sobre o motivo do desvio proposital do Boeing 777 de sua rota original Kuala Lumpur-Pequim. A polícia revistou no sábado as residências do piloto e do copiloto e apreendeu o simulador de voo que o capitão da aeronave, Zaharie Ahmad Shah, construiu em casa.

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Fonte: AFP






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