Porto Alegre, sábado, 25 de Outubro de 2014

  • 14/04/2014
  • 14:31
  • Atualização: 14:42

Chile iniciará reconstrução após terremoto no norte e incêndio em Valparaíso

Fogo ainda não foi totalmente controlado na Colina das Ramaditas

Incêndio causou 11 mortes no Chile | Foto: Martin Bernetti / AFP / CP

Incêndio causou 11 mortes no Chile | Foto: Martin Bernetti / AFP / CP

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  • AFP

O governo da presidente Michelle Bachelet promete iniciar simultaneamente a reconstrução do norte do Chile, atingido por um terremoto há duas semanas, e das colinas afetadas por um grande incêndio em Valparaíso, que ainda está ativo. "Sabemos que é um teste enorme para as famílias afetadas, mas podem estar certos de que estamos disponibilizando todos os recursos para lidar com essa tragédia, para começar a realocação das famílias e a segunda fase de reconstrução", declarou Bachelet nesta segunda-feira.

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Para as oito mil vítimas, estuda-se a possibilidade de construir casas, fornecer subsídios para aluguel e ajuda para aqueles que foram morar com parentes. De acordo com o porta-voz do governo, Alvaro Elizalde, em Valparaíso "foi implantada a maior operação de combate a incêndios que se tem notícia". Contudo, assegurou que o governo continuará "a trabalhar simultaneamente na ajuda e plano de reconstrução no norte", na região de Tarapaca, atingida por um terremoto de 8,2 de magnitude há duas semanas.

"A situação é bastante complexa. Foram dois desastres em um curto espaço de tempo, um terremoto de grande destruição no norte e este infeliz incêndio em Valparaíso", declarou Elizalde.

Bachelet quer cumprir com as 50 medidas anunciadas para os primeiros 100 dias de seu governo, que incluiu ambiciosas reformas fiscal, educacional e constitucional. A presidente suspendeu a viagem à Argentina prevista para esta terça-feira, mas após se reunir com os ministros do comitê de emergência manterá o restante de sua agenda e já anunciou a criação de uma comissão para reformar o sistema de saúde privado. "O governo mantém a sua agenda, e se tivermos que trabalhar três vezes mais, nós o faremos", disse o porta-voz.

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