Porto Alegre, sexta-feira, 21 de Novembro de 2014

  • 22/04/2014
  • 22:40
  • Atualização: 22:53

Amiga de madrasta também consegue advogado em Três Passos

Representante afirma que depoimento de Edelvânia sobre morte de Bernardo não tem validade

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  • Agostionho Piovesan/Correio do Povo

No final da tarde desta terça-feira, o advogado Demétryus Grapiglia de Frederico Westphalen assumiu a defesa da assistente social, Edelvânia Wirganovicz. Ela é acusada de participar da morte do menino Bernardo Boldrini, de Três Passos. Grapiglia esteve nesta terça-feira, na cidade de Três Passos e teria conversado com a cliente. A madrasta do menino, suspeita principal de assassinato, também conseguiu um advogado no caso, Vanderlei Pompeu de Mattos.

• Leia mais sobre o caso Bernardo Boldrini

Segundo o advogado, diferentemente do que registram as folhas do depoimento da acusada dado à Polícia, ela não teria recebido dinheiro para ajudar a amiga e madrasta, Gracieli Ugulini, para consumar a morte. Ele entende que o depoimento prestado pela assistente social não tem validade, pois não consta escrito que ela dispensou a presença de um advogado.

“O que conversei com ela nesta terça-feira é totalmente divergente do que está no depoimento", frisou. De acordo com Grapiglia, a assistente social teria participação tão somente na ocultação do cadáver. “Ela me disse que não viu como ele morreu e nem sabe como foi."

Além disso ele informou que o caso não tem motivação financeira.”É puramente psicológica, pois a Graciele disse que se a Edelvânia não ajudasse a cavar ia matar ela e a família”, garantiu o advogado.


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