Porto Alegre, segunda-feira, 22 de Dezembro de 2014

  • 01/05/2014
  • 11:50
  • Atualização: 12:03

Advogado protocola pedido revogação de prisão de pai de Bernardo

Médico Leandro Boldrini foi transferido para Penitenciária de Charqueadas

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  • Fernanda Pugliero / Correio do Povo

O advogado Jader Marques, representante de Leandro Boldrini, pai do menino Bernardo Boldrini, morto em março em Frederico Westphalen, protocolou nessa quarta-feira o pedido de revogação da prisão temporária. O médico foi encaminhado para a Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas (Pasc) como suspeito de participar da morte do menino.

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Assim como Leandro, a assistente social Edelvânia Wirganovicz foi deslocada para a Penitenciária Estadual Feminina de Guaíba. A decisão da transferência foi tomada para preservar os suspeitos, que estariam sofrendo ameaças de outros presos.

A madrasta de Bernardo, a enfermeira Graciele Ugulini, está detida na Penitenciária Modulada de Ijuí, no Planalto Médio. Segundo a Superintendência de Serviços Penintenciários (Susepe), nessa quarta-feira houve audiência para decidir se ela seria transferida, mas o resultado ainda não foi divulgado.

Morte acidental

A madrasta de Bernardo Uglione Boldrini, a enfermeira Graciele Ugulini, prestou depoimento à polícia ontem na Penitenciária Modulada de Ijuí, no Planalto Médio. Graciele disse aos policiais que a morte do menino de 11 anos foi acidental, por ingestão de medicamentos dados por ela. Ela ainda negou a participação do pai de Bernardo, Leandro Boldrini, na morte do filho.

O advogado da assistente social Edelvânia Wirganovicz, Demétrius Eugênio Grapiglia, acompanhou o depoimento de Graciele. De acordo com ele, a madrasta de Bernardo disse aos policiais que sua cliente não teve participação na morte do menino.

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