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03/05/2014 09:39 - Atualizado em 03/05/2014 10:12

"Deixo-me levar pelos ventos que escolho", diz balonista

Arquiteto Sacha Haim já recebeu oito prêmios no Festival Internacional de Balonismo em Torres

Arquiteto Sacha Haim já recebeu oito prêmios no Festival Internacional de Balonismo em Torres <br /><b>Crédito: </b> Tarsila Pereira
Arquiteto Sacha Haim já recebeu oito prêmios no Festival Internacional de Balonismo em Torres
Crédito: Tarsila Pereira
Arquiteto Sacha Haim já recebeu oito prêmios no Festival Internacional de Balonismo em Torres
Crédito: Tarsila Pereira

“Deixo-me levar pelos ventos, mas pelos ventos que eu escolho”. Foi com essa definição que o arquiteto e balonista Sacha Haim, de 39 anos, morador de São Paulo, explicou os oito prêmios que recebeu no Festival Internacional de Balonismo em Torres, no Litoral Norte do Estado. Haim, que também já competiu nos cinco continentes, contou que o segredo de um piloto é ter sensibilidade. “Preciso achar os ventos que levam na direção certa e controlar para que o balão não desça. O segredo é manter a sensibilidade do piloto”, afirmou.

Haim começou a voar aos 10 anos. Aos 11, era o navegador do pai, Salvator Haim. Durante os voos, do alto do balão se esforçava pra ver o mundo lá de cima. “Eu era baixinho, mal conseguia ver fora da cesta”, comentou. Mas, quando não precisou mais se espichar para ver o mundo do alto de um balão, o competidor começou a acumular vitórias.

Octacampeão do Festival Internacional de Balonismo de Torres, Campeão Sul Americano , Tri-Campeão e Tetra-Vice-Campeão Brasileiro de Balonismo, Medalha de Ouro nos Jogos Mundiais da Natureza, Haim viajou pelos cinco continentes e voou no céu de doze países. África do Sul, Argentina, Austrália, Áustria, Brasil, Espanha, Estados Unidos, França, Inglaterra, Japão, Paraguai, Suíça e Tanzânia.

Rasgar o céu com um balão é sua grande paixão. Assim como quase subir além dele. Haim já se aventurou a 7,5 mil metros ao alto, rasgando o céu na África do Sul. Com uma máscara de oxigênio foi possível respirar e ver o mundo de dentro de uma “casa” com gás e teto colorido. “É difícil descrever. A sensação de liberdade foi incrível”, ressaltou.

E a liberdade ainda é desejada. Seja em Torres ou em outro continente o que Haim quer, assim como os outros competidores do 26º Festival Internacional de Balonismo querem, é voar livremente. Sem asas e apenas levados pelas camadas de vento dentro de um balão de ar quente é possível quase tocar o céu.

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Fonte: Jézica Bruno / Correio do Povo






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