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19/05/2014 18:15


Testemunhas de acusação no caso da Kiss serão ouvidas a partir de quinta

Audiências serão realizadas nos dias 22, 23 e 30 de maio e 10 de junho

A Justiça ouve a partir de quinta-feira, em Santa Maria, as testemunhas de acusação arroladas pelo Ministério Público no caso do incêndio da boate Kiss, que matou 242 pessoas, em janeiro do ano passado. As audiências serão realizadas nos dias 22, 23 e 30 de maio e 10 de junho.

O juiz Ulysses Fonseca Louzada, titular do processo criminal, deve colher o depoimento de 16 testemunhas de acusação. Ao todo, entre acusação e defesa, serão ouvidas 74 pessoas.

O processo soma 11 mil páginas e ainda está na fase de instrução, ou seja, de produção de provas e oitiva de testemunhas. Ao todo, 111 sobreviventes do incêndio prestaram depoimento à justiça. Três vítimas que residem em outros Estados serão ouvidas por meio de carta precatória (na comarca em que residem).

Quatro acusados respondem homicídio tentado e consumado: os sócios da boate, Elissandro Callegaro Spohr e Mauro Londero Hoffmann, e os músicos da Banda Gurizada Fandangueira, Marcelo de Jesus dos Santos e Luciano Augusto Bonilha Leão.

Depoimento dos bombeiros
Nesta segunda-feira, na Auditoria Militar de Santa Maria foram ouvidas três testemunhas que integram o 4º Grupamento de de Incêndio do Corpo de Bombeiros de Santa Maria. Prestaram depoimentos o 3º sargento Vanderlei Borges Paines,o 1º sargento João Inácio da Fonseca e o Major Gerson da Rosa Pereira. Eles prestaraminformações sobre o trabalho que desenvolviam no interior do 4º Grupamento de Incêndio. O major Gerson deu detalhes como funcionava o Sistema Integrado de Prevenção de Incêndio (Sigpi).

Dos oito bombeiros denunciados em agosto pelo Ministério Público(MP) à Justiça Militar estão o ex- comandante do 4ºCRB, coronel Moisés Fuchs,o tenente-coronel da Reserva,Daniel da Silva Adriano e o capitão Alex da Rocha Camilo,ex-chefes da Seção de Prevenção e Incêndio do 4º CRB e os soldados Vágner Guimara?s Coelho,GIlson Martins Dias,Marcos Vinicius Lopes Batisde,o sargento Renan Severo Berleze e o aluno sargento Sergio Roberto OLiveira de Andrade.

Eles respondem por inobservância da lei, prevaricação e inserção de declaração falsa com fim de alterar a verdade em documento público.



Fonte: Rádio Guaíba e Renato Oliveira / Correio do Povo






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