Porto Alegre, sexta-feira, 21 de Novembro de 2014

  • 29/05/2014
  • 19:28
  • Atualização: 19:29

Hospital da Restinga depende de contrato entre União e Prefeitura para abrir

Expectativa é de que unidade de saúde funcione a partir da segunda quinzena de junho

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  • Samantha Klein / Rádio Guaíba

Após três atrasos consecutivos, o Hospital da Restinga deve ser inaugurado na segunda quinzena de junho, estima a Prefeitura de Porto Alegre. A projeção anterior era abrir a unidade de saúde antes da Copa, ainda em maio. A indefinição entre o modelo de gestão é o principal entrave para a abertura imediata.

O poder público e a Associação Moinhos de Vento ainda não definiram quem vai pagar os funcionários que serão contratados. Segundo a Secretaria Municipal da Saúde, a expectativa é de definição dos entraves burocráticos até o fim da próxima semana.

A Comissão de Saúde da Câmara de Vereadores realizou uma vistoria no local, que já está apto a receber pacientes, segundo o presidente da Cosman, Thiago Duarte. “A emergência, com até 60 leitos de retaguarda estão concluídos, assim como o setor de raio-x. A direção técnica nos relatou que até mesmo a equipe está definida, mas ainda falta a contratação”, destacou.

O contrato entre Ministério da Saúde, Estado e Prefeitura deve ser firmado também na próxima semana. A gerência do Hospital da Restinga cabe ao Moinhos de Vento. A expectativa é de que metade do orçamento seja custeado pela União, 25% pelo Estado e 25% pelo município. A construção da unidade na Restinga foi possível por conta de isenções fiscais ao grupo hospitalar.

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