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11/06/2014 20:12

Trabalhadores do Judiciário Federal mantêm greve no Rio Grande do Sul

Quinze servidores vão a Brasília para participar de ato nacional contra a PEC 59/2013

Depois de mais uma assembleia da categoria, os servidores do Judiciário Federal decidiram manter a paralisação, que já dura quase um mês. Na próxima segunda-feira, os trabalhadores farão uma vigília junto às varas trabalhistas de Porto Alegre e uma nova reunião foi convocada para debater a greve, às 14h.

Além disso, quinze funcionários vão à Brasília para participar de um ato nacional para pressionar pela aprovação de uma nota técnica contra a PEC 59/2013. O objetivo é solicitar ao Conselho Nacional de Justiça a análise da nota redigida pelos servidores, já que muda, ainda em junho, a presidência do Supremo Tribunal Federal (STF). Com a saída de Joaquim Barbosa do cargo, uma nova audiência no STF sobre o tema deve ocorrer somente em agosto.

Os servidores são contrários à PEC 59/13, já que ela dá ao Supremo Tribunal Federal (STF) o poder de criar um estatuto conjunto para todos os trabalhadores dos judiciários Estadual e Federal. Com isso, eles podem ser incluídos em uma carreira única. Segundo o Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário Federal (Sintrajufe/RS), a medida dá liberdade ao Supremo para a retirada de direitos de ambas as categorias.

“Com a uniformização desses estatutos, a perspectiva é que haja retirada de direitos. Por exemplo, não temos mais licença prêmio e a data base de negociação garantida, como os colegas das justiças estaduais. Portanto, eles deverão perder. Em alguns tribunais eleitorais, há jornadas de seis ou sete horas, assim, essa também é uma vantagem que pode ser perdida”, sustenta o diretor do Sintrajufe, Ruy Almeida.

Os trabalhadores estão em campanha salarial unificada com as categorias do Executivo Federal desde janeiro. Eles pedem data-base, negociação coletiva e reposição das perdas, que só no Judiciário Federal atingem 41%, conforme o Sintrajufe.

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Fonte: Samantha Klein/Rádio Guaíba






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