Porto Alegre, sexta-feira, 31 de Outubro de 2014

  • 24/06/2014
  • 22:14
  • Atualização: 22:34

Polícia ouve cinco na investigação sobre criança roubada na Capital

Taxista que levou a autora do crime foi um dos depoentes

Taxista que levou a autora do crime foi um dos depoentes  | Foto: Reprodução / PC / CP

Taxista que levou a autora do crime foi um dos depoentes | Foto: Reprodução / PC / CP

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  • Samantha Klein / Rádio Guaíba

Cinco pessoas já foram ouvidas pela Polícia Civil na tentativa de descobrir o paradeiro da mulher que levou um recém-nascido da maternidade do Hospital Santa Clara, no Complexo da Santa Casa, nesta terça-feira. Quatro funcionários dos setores de enfermaria e segurança da instituição já prestaram depoimento ao delegado da 17ª Delegacia de Polícia, Heitor Müller. O taxista que levou a mulher, que aparece nas imagens do circuito interno do hospital, também já foi ouvido.

“O taxista relatou que ao sair da Santa Casa, ele levou a mulher até o Hospital Presidente Vargas, que fica nas proximidades. Porém, essa deve ter sido uma tentativa de despistar porque ela não deu entrada no hospital”, ressaltou o titular da 17ª DP. A Polícia forneceu o telefone de plantão 3226.6465 para qualquer informação sobre a criança.

A menina nasceu na segunda-feira no hospital. Uma mulher, que se passou por enfermeira, foi duas vezes até o quarto nesta terça. Por volta das 16h, ela informou à mãe da criança que tinha de levar o bebê para realizar um exame. A mãe desconfiou do uniforme diferente das demais funcionárias e foi até o setor de enfermaria. No local, foi informada de que não havia nenhum procedimento agendado. A segurança foi acionada, mas a mulher que se passou por enfermeira já havia saído do hospital.

A assessoria de imprensa da Santa Casa informou ainda que se empenhou, num primeiro momento, em divulgar as imagens e indicar funcionários para prestar depoimento à Polícia Civil. No entanto, garante que, nos próximos dias, vai estabelecer uma sindicância interna para averiguar as responsabilidades sobre a fragilidade na segurança. Conforme as imagens, não é possível afirmar que se trata de uma servidora ou ex-funcionária da instituição.

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