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Verão

Especial

"Preta Mina: O Fim do Silêncio, o Eco do Incômodo” no Palco Giratório

Espetáculo traz experiências próprias de uma mulher preta para o palco

Danielle da Rosa Costa coloca suas percepções sobre o mundo, relações em comunidade, sua arte e ancestralidade | Foto: Max Leidemer / Divulgação / CP

Preta Mina entra no palco e carrega consigo poemas. Poemas que revelam a história da artista. Tais escritos foram surgindo a partir das rodas de Slam, que Danielle da Rosa Costa, a Preta Mina compôs e que formam o espetáculo “Preta Mina: O Fim do Silêncio, o Eco do Incômodo”. No domingo, dia 22 de maio, às 19h os versos ganharão vida no palco do Teatro Renascença (Av. Erico Verissimo, 307). Os ingressos podem ser garantidos no site do 16º Palco Giratório Sesc. 
 
Em cena, de forma performática e poética a artista traz suas percepções sobre o mundo, suas relações em comunidade, sua arte e sua ancestralidade. Preta Mina conta que a ideia do espetáculo veio a convite da Gestora Cultural do Sesc, Simone Luz Constante, “por estar acompanhando meu trabalho com os vídeos de artes e meus poemas, veio o convite para participar da Programação do 15º Palco Giratório. Onde os poemas se tornaram a trilha do espetáculo, assim como o próprio roteiro”, comenta a artista. Com nove poemas, o enredo vai se desenvolvendo e apesar de se basear em suas próprias experiências, Preta Mina sabe que tantas outras mulheres pretas e brasileiras têm as mesmas vivências. 
 
A trilha musical é produzida em parceria com Álvaro Rosa Costa e a própria poeta, “foi um encontro Ancestral, que se iniciou no processo de criação do ‘Espetáculo Sambaracotu’ onde dois poemas meus viraram trilha do espetáculo pelas mãos do Álvaro”, a partir daí as trocas entre os dois originou no espetáculo “Preta Mina: O Fim do Silêncio, o Eco do Incômodo”.

 

Carolina Pinto dos Santos