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"O Retorno de Mary Poppins" (Mary Poppins Returns) Há exatos 54 anos chegava às telas "Mary Poppins", adaptação da obra de por P.L. Travers e protagonizada por Julie Andrews, que um ano depois deixaria o mundo boquiaberto com sua atuação em "A Noviça Rebelde". A obra, da Disney, não agradou a escritora e a história da discórdia foi encenada no filme "Walt nos Bastidores de Mary Poppins", de 2013. Pois agora chega aos cinemas a continuação do longa de 1964, "O Retorno de Mary Poppins" (Mary Poppins Returns), direção de Rob Marshall e com Emily Blunt no papel da babá com poderes mágicos - Julie Andrews recusou-se a fazer uma ponta para deixar o brilho todo com a atriz de "Um Lugar Silencioso". "O Retorno de Mary Poppins" tem como cenário o período da Grande Depressão, no começo dos anos 1930, em Londres. E foca nos irmãos Banks, Michael (Ben Whishaw) e Jane (Emily Mortimer), agora adultos, e os filhos dele, John (Nathanael Saleh), Anabel (Pixie Davies) e Georgie (Joel Dawson).

A família vive em dificuldades e corre o risco de perder a casa da família. Sem tempo para os filhos, Michael acaba recebendo de volta a babá com poderes mágicos e divertida. O vilão da vez é o banqueiro William Weatherall Wilkins (Colin Firth), que pretende se apropriar da casa dos Banks, de forma um tanto não lícita. O filme recupera aquele clima dos anos 1960, seja no visual e até no estilo de música apresentado. Estão lá também as animações, facilitando muito para que os espectadores mais velhos recordem de seus tempos de infância, quando tudo parecia mais inocente e bonito. O pessoal de seus 50, 60 anos vai se identificar muito, e certamente, como foi o meu caso, de chegar em casa, e rever prontamente o primeiro longa.