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Déficit primário vai superar 11% do PIB com novo auxílio, diz Mansueto

Para o secretário do Tesouro, após a crise do coronavírus ser superada, o Brasil terá de sair de um cenário de arrecadação reduzida

Segundo Mansueto, após a crise do coronavírus ser superada, o Brasil terá de sair de um cenário de arrecadação reduzida | Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil / CP

O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, afirmou nesta segunda-feira que o déficit primário em 2020 pode chegar a 11,5% do PIB (Produto Interno Bruto) com a prorrogação do auxílio emergencial, superando o cálculo anterior que era de 9,9%.

Ao comentar os resultados de maio, quando o déficit foi de R$ 126 bilhões, Mansueto diz que o rombo pode chegar a R$ 800 bilhões no ano. A previsão é que ele ficasse concentrado nos meses de abril a junho, quando ocorreriam as principais ações para o enfrentamento da crise econômica trazida pela pandemia de Covid-19. Com a manutenção das quarentenas pelo país, o governo pretende agora ampliar benefícios como o auxílio emergencial.

Duas propostas são estudadas, segundo o secretário do Tesouro. Uma seria o pagamento de duas parcelas de R$ 600, e a outra, o pagamento de uma parcela de R$ 500, uma de R$ 400 e outra de R$ 300. Dados mais detalhados serão divulgados na terça-feira.

Segundo Mansueto, após a crise do coronavírus ser superada, o Brasil terá de sair de um cenário de arrecadação reduzida. Ele prevê um ano de 2021 ainda com dificuldades. “Como haverá perda de arrecadação, temos um cenário bastante desafiador pela frente”, diz.

Despedida

Mansueto fez sua última apresentação mensal dos dados do tesouro nesta segunda. Ele deixará o cargo após atuar por quatro anos no governo, entre as gestões de Michel Temer e Jair Bolsonaro.

Mansueto falou que “foi difícil largar” e atribuiu as ações realizadas durante sua passagem pelo governo a um grupo de 600 funcionários públicos "competentes" que lhe deu suporte. Seu sucessor, Bruno Funchal, também participou da entrevista coletiva desta segunda-feira e realizará as apresentações a partir de julho.

R7