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21/04/2014 13:34 - Atualizado em 21/04/2014 13:41

México se despede hoje de Gabriel García Márquez

Presidentes mexicano e colombiano participarão da cerimônia

México se despede hoje de Gabriel García Márquez<br /><b>Crédito: </b> Luis Acosta / AFP / CP
México se despede hoje de Gabriel García Márquez
Crédito: Luis Acosta / AFP / CP
México se despede hoje de Gabriel García Márquez
Crédito: Luis Acosta / AFP / CP

O México se despede nesta segunda-feira do gigante da literatura, Gabriel García Márquez, com uma cerimônia solene, na presença dos presidentes mexicano e colombiano.

Quatro dias depois da morte, os fãs poderão se despedir do Nobel de Literatura colombiano, que tinha 87 anos, a partir das 16h locais (18h de Brasília) até as 19h (21h de Brasília), no Palácio de Belas Artes da capital mexicana, um espaço reservado para homenagens aos grandes ícones culturais do México.

A família, que desde quinta-feira mantém um luto privado e recebeu poucas visitas de amigos, levará para a cerimônia as cinzas do escritor. A viúva de García Márquez, Mercedes Barcha, os filhos, netos, o irmão Jaime e outros familiares acompanharão a primeira homenagem oficial ao escritor.

Nesta  terça-feira a homenagem acontecerá em Bogotá. O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, estará presente para dar pêsames à viúva Mercedes Barcha, segundo o embaixador colombiano José Gabriel Ortiz. A pedido da família, na cerimônia serão interpretadas as músicas clássicas favoritas de García Márquez, entre elas uma composição do húngaro Béla Bartók. Também estarão muito presentes as flores amarelas, que o escritor sempre tinha por perto como um amuleto contra o azar.

O presidente Santos e seu colega mexicano, Enrique Peña Nieto, devem chegar a partir das 19h para formar uma guarda de honra e discursar na cerimônia.

García Márquez, que considerava o México sua segunda pátria onde viveu nas últimas décadas, encontrou neste país a estabilidade para escrever a maior parte de sua obra literária, incluindo sua obra-prima "Cem Anos de Solidão" (1967).

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Fonte: afp






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