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13/12/2013 09:06 - Atualizado em 13/12/2013 09:27

Estações da Trensurb fecham devido à greve dos metroviários

Serviço será retomado a partir das 17h30min

Trrens só voltam a funcionar a partir das 17h30min<br /><b>Crédito: </b> André Ávila
Trrens só voltam a funcionar a partir das 17h30min
Crédito: André Ávila
Trrens só voltam a funcionar a partir das 17h30min
Crédito: André Ávila

Após funcionar normalmente no começo da manhã desta sexta-feira, as estações da Trensurb foram fechadas pouco depois das 8h30min em razão da grave dos metroviários. O serviço de trens será retomado a partir das 17h30min.

A operação dos trens nos horário de pico é resultado de um acordo entre o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários e Conexas do Rio Grande do Sul (Sindimetrô-RS) e o Ministério Público do Trabalho (MPT). A multa para o não cumprimento por parte do sindicado é de R$ 70 mil.

A Fundação Estadual de Planejamento Metropolitano e Regional (Metroplan) montou um esquema emergencial de transporte para a região Metropolitana de Porto Alegre. A Metroplan garantiu mais 300 linhas de ônibus para os passageiros dos municípios de Canoas, Esteio, Novo Hamburgo, Sapucaia do Sul e São Leopoldo.

A categoria entrou em greve por não aceitar o valor descontado em folha referente ao plano de saúde. Os metroviários pedem que a empresa custeie até 80%, mas a Trensurb garante somente 50%, alegando ser ilegal contribuir além disso. O Sindimetrô também sugere que o plano seja abonado até janeiro, quando uma nova prestadora de serviço vai ser contrata por meio de licitação. Atualmente, a companhia paga R$ 153 e os funcionários outros R$ 153 para manter o plano.

Trensurb diz que greve é abusiva


Por meio de um comunicado, a Trensurb reforçou que considera “abusiva” a greve dos funcionários. “A Direção da empresa considera a decisão de paralisar os serviços, por parte do sindicato, extemporânea e abusiva, especialmente porque o motivo apresentado – reajuste do plano de saúde pela operadora do serviço – extrapola as relações de trabalho, não se encontra sob ingerência da Trensurb e não há pauta bem definida por parte do Sindimetrô-RS”, diz a nota.

De acordo com a Trensurb, uma nova licitação para os serviços de assistência médica complementar para empregados e dependentes – a principal reinvindicação dos metroviários. Segundo a empresa, o edital prevê um plano com valor reduzido. As propostas serão recebidas em 15 de janeiro.

Com informações do repórter Marcos Koboldt

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Fonte: Correio do Povo e Rádio Guaíba







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