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27/12/2013 19:44 - Atualizado em 27/12/2013 20:08

Prefeitura de Gravataí decreta emergência por falta d'água

Administração municipal contabiliza mais de 50% da população sem o serviço

A Prefeitura de Gravataí, na Região Metropolitana, decretou situação de calamidade pública nesta sexta-feira em razão da falta de água que persiste no município. Conforme o documento assinado pelo prefeito, Marco Alba, mais de 50% da população dependente do serviço é afetada numa das mais fortes sequências de dias com extremo calor no Rio Grande do Sul.

Os moradores mais afetados estão nos bairros Cohab A, B e C, São Jerônimo, Monte Belo, Bonsucesso, São Geraldo, Planaltina, Vila Branca, Moradas do Vale 1, 2 e 3, Parque dos Eucaliptos e Águas Claras. Em alguns locais, o problema ocorre de forma ininterrupta há mais de 24 horas.

O secretário-geral de Governo, Luiz Zaffalon, que comandou a Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan) até 2010, ressaltou que não há justificativa para o atual desabastecimento. Dessa forma, ele não descartou a rescisão do contrato com a companhia. A Corsan sustenta que os motivos foram alto consumo e falta de luz, que prejudicaram os níveis dos reservatórios. Zaffalon fala, porém, que não há problemas nos níveis dos mananciais de captação.

Ele lembrou que projetos aprovados durante a gestão dele frente à estatal ainda não foram concretizados. Em agosto, a prefeitura encaminhou ofício à Corsan, exigindo providências para o problema, que segundo o secretário, em alguns bairros, ocorre há uma década. O parlamentar entende que a resposta da companhia foi evasiva e apontou para obras que deverão ser realizadas apenas no segundo semestre de 2014. Conforme ele, a companhia não realizou os investimentos necessários a fim de acompanhar o crescimento do município.

Moradores que sofrem com a falta de água em pleno calor de quase 40ºC realizaram protesto na tarde desta sexta-feira, em frente à sede do Ministério Público.

Em Porto Alegre, o Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae) admite falta de água em alguns pontos, em razão do consumo elevado decorrente do calor excessivo. Conforme a autarquia, há problemas no nível dos reservatórios e a falta de energia elétrica agravou a situação.


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Fonte: Camila Kila/Rádio Guaíba







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