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30/12/2013 13:36 - Atualizado em 30/12/2013 13:46

Ativista gaúcha mostra preocupação com matriz energética do RS

Bióloga Ana Paula Maciel afirmou que carvão é energia mais suja após a nuclear

Ana se reuniu com Tarso no Palácio Piratini<br /><b>Crédito: </b> Caroline Bicocchi / Palácio Piratini / Divulgação / CP
Ana se reuniu com Tarso no Palácio Piratini
Crédito: Caroline Bicocchi / Palácio Piratini / Divulgação / CP
Ana se reuniu com Tarso no Palácio Piratini
Crédito: Caroline Bicocchi / Palácio Piratini / Divulgação / CP

Em encontro com o governador Tarso Genro nesta segunda-feira, a ativista do Greenpeace Ana Paula Maciel demonstrou preocupação com a matriz energética do Estado. A bióloga, que ficou dois meses presa na Rússia após um protesto contra a exploração de petróleo no Ártico, elogiou o investimento em parques eólicos e busca para uma forma mais limpa de usar o carvão. “Carvão é a energia mais suja depois da nuclear”, disse no Palácio Piratini.

Ela criticou o uso do pré-sal. “Nós estamos arriscando um derramamento tão sério e catastrófico quanto o do Golfo do México. Quando tu colocas uma plataforma buscando petróleo naquela profundidade, não é uma questão de se vai acontecer, mas de quando vai acontecer”, avaliou.

Ana Paula disse que acompanhou à distância os protestos que ocorreram no meio do ano no Brasil, quando uma parcela dos manifestantes destruiu o patrimônio público e privado. Para a ativista, acusada de vandalismo na Rússia, uma minoria se utilizou da situação para promover quebra-quebras. Ela se disse a favor de uma das principais reivindicações levantadas à época: a melhora do transporte coletivo. “O transporte público de Porto Alegre é um dos melhores do País, mas é caro. Temos que encontrar um lugar em que mais pessoas pudessem utilizar esse transporte”, analisou, avaliando que, se os coletivos fossem mais cômodos, um número maior de pessoas deixaria o carro em casa.

Tarso Genro salientou que, no caso de Ana Paula, o governo russo precisou reconhecer que estava errado ao manter presos os 30 ativistas. Salientou que o Rio Grande do Sul se engajou nos pedidos de libertação da brasileira. Mencionando a falta de água e Gravataí e em outros locais da Região Metropolitana, devido ao grande consumo por causa do calor, a bióloga pediu um uso racional da água pela população. “É um processo enorme para a água ser limpa”, explicou.

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Fonte: Karina Reif / Correio do Povo





» Tags:Geral Greenpeace


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