Porto Alegre, segunda-feira, 22 de Dezembro de 2014

  • 07/02/2014
  • 16:39
  • Atualização: 16:56

TRT nega pedido dos rodoviários para retirar ilegalidade da greve

Desembargadora manteve ordem para que 70% dos ônibus circulem em horários de pico e 30% nos demais

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  • Samantha Klein / Rádio Guaíba

A desembargadora do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 4ª Região Ana Luiza Kruse negou o pedido dos rodoviários de Porto Alegre de retirada da ilegalidade da greve, que entrou nesta sexta-feira no 12º dia. Os trabalhadores haviam proposto colocar 70% da frota apenas nos horários de pico ou 30% durante todo o dia e, desta forma, a paralisação voltaria a ser legal.

O TRT, no entanto, manteve a liminar que estabelece a circulação de 70% da frota nos horários de pico e 30% nos demais horários. A categoria segue sujeita a uma multa diária de R$ 100 mil em caso de descumprimento.

Depois de 20 ônibus do consórcio STS saírem da garagem na manhã desta sexta-feira, um veículo da empresa foi depredado e os restantes retirados de circulação, por motivo de segurança. Foi o 47º coletivo depredado desde o início da greve. Com isso, nenhum ônibus urbano está trafegando na Capital. O atendimento é impedido pela ação de piquetes em frente às garagens.

Para tentar reduzir as dificuldades de circulação de cerca de 1 milhão de passageiros, prossegue o serviço de lotações, liberados nos corredores, e das vans escolares, com tarifa de R$ 4. Uma linha hidroviária presta serviço entre a Ilha da Pintada e o cais do porto - também a R$ 4.

Já a Metroplan prorrogou para a próxima terça-feira, a decisão no atendimento dos ônibus metropolitanos também em Porto Alegre, com a possibilidade de embarque dos passageiros nas paradas, pedido encaminhado pela Prefeitura.

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