Correio do Povo

Porto Alegre, 28 de Agosto de 2014


Porto Alegre
Agora
13ºC
Amanhã
23º


Faça sua Busca


Notícias > Internacional

ImprimirImprimir EnviarEnviar por e-mail Fale com a redaçãoFale com a redação Letra Diminuir letra Aumentar Letra

10/03/2014 22:45 - Atualizado em 10/03/2014 22:52

Maduro volta a convocar oposição para diálogo na Venezuela

Presidente argumenta que estabilidade da América Latina depende do diálogo

Depois de protestos de médicos, nesta segunda-feira em Caracas, o presidente Nicolás Maduro voltou a convocar os partidos de oposição que ainda não estão dialogando com o governo. Ele chamou a Mesa da Unidade Democrática (MUD) para uma conferência. "Pela quinta vez, refaço meu chamado de diálogo", disse durante um evento. Maduro também declarou que a estabilidade da América do Sul e de grande parte do continente depende da situação na Venezuela.

Quase um mês depois do primeiro protesto nacional estudantil, feito no dia 12 de fevereiro, o governo do país faz conferências de paz com setores da sociedade e grupos políticos nacionais e regionais. Mas a MUD, da qual faz parte o governador do estado de Miranda, Henrique Capriles, se recusa a participar de conversas enquanto o governo não libertar todos os presos após as manifestações e não for definida uma agenda de conversação.

Maduro declarou que o governo acredita estar controlando os atos de vandalismo e as barricadas feitas em algumas cidade dos estados de Táchira, de Mérida, de Carabobo, de Miranda e nas Ilhas de Margarita. Apesar disso, a reportagem constatou em San Cristóbal, capital de Táchira, que ainda há resistência e que barricadas continuam a afetar o cotidiano da comunidade local.

O governo dialoga com alguns setores para tentar solucionar os problemas causados pelo desabastecimento e escassez de produtos, que segundo a população de algumas regiões e de Caracas, chegou aos piores níveis das últimas décadas. Nesta segunda, Maduro recebeu os médicos que protestaram em celebração ao Dia Nacional do Médico no país e informou que 2,5 mil médicos comunitários concluíram cursos para trabalhar no país.

A população também reclama da falta de medicamentos e em farmácias e hospitais há escassez de alguns remédios e produtos hospitalares.


Bookmark and Share

Fonte: Agência Brasil






O que você deseja fazer?

Busca

EDIÇÕES ANTERIORES

Acervo de 09 de Junho de 1997 a 30 de Setembro de 2012. Para visualizar edições a partir de 1 de Outubro de 2012, acesse a Versão Digital do Correio do Povo. No menu, acesse “Opções” e clique em “Edições Anteriores”.