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04/04/2014 12:07 - Atualizado em 04/04/2014 12:47

Porto Alegre tem cesta básica mais cara do País com alta de 12,52%

Moradores da Capital precisaram desembolsar R$ 356,17 em março, aponta Dieese

Depois de dois meses consecutivos de queda, a cesta básica de Porto Alegre teve alta de 12,52% em março e é a mais cara do País, segundo pesquisa divulgada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) nesta sexta-feira. Para adquirir produtos essenciais, os moradores da Capital precisaram desembolsar R$ 356,17.

Das 18 capitais pesquisadas, Porto Alegre foi onde se apurou o maior valor, seguida por São Paulo (SP), R$ 351,46; Florianópolis (SC), R$ 345,63; e Rio de Janeiro (RJ), R$ 345,11. Os menores valores médios foram encontrados em Aracaju (SE), R$ 225,82; em João Pessoa (PB), R$ 263,17; e Natal (RN), R$ 271,31. As maiores elevações apuradas foram registradas em Campo Grande (MS), 12,85%; Goiânia (GO), 12,61%; Porto Alegre (RS), 12,52%; e Curitiba (PR), 12,29%. Já Manaus (AM) e Belo Horizonte (MG) apresentaram retrações de -1,25% e -0,41%, respectivamente.

Dos 13 produtos pesquisados, nove registraram alta em março, sendo as maiores verificadas no tomate (93,14%), na batata (51,93%), no leite (7,90%) e na banana (7,03%). A carne, responsável pelo maior gasto mensal, ficou 1,40% mais cara.

No ano, a cesta está 8,20% mais cara e, em 12 meses, acumula alta de 10,63%. O salário mínimo necessário seria de R$ 2.992,19, ou seja, 4,13 vezes o valor em vigor, de R$ 724. Em março, a cesta básica representou 53,47% do salário mínimo líquido, contra 47,52% em fevereiro de 2014 e 51,61% em março do ano passado. 

O trabalhador com rendimento de um salário mínimo precisou, em março, cumprir uma jornada de 108 horas e 14 minutos para adquirir os bens alimentícios básicos. Essa jornada foi maior do que a registrada em fevereiro – 96 horas e 11 minutos – e do que a necesssária em março de 2013 – 104 horas e 28 minutos. 

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Fonte: Correio do Povo






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