Arte & Agenda

Evento debate futuro do livro

Mesa redonda é mediada pelo escritor Juremir Machado a partir das 18h

Encontro faz parte da programação de debates da 59º Feira do Livro de Porto Alegre
Encontro faz parte da programação de debates da 59º Feira do Livro de Porto Alegre Foto : Fabiano do Amaral
O dia de hoje da Feira do Livro de Porto Alegre vai pensar o futuro do livro, do cérebro e da vida em rede com a mesa “O cérebro do futuro e o imaginário em rede”, às 18h, no Auditório Barbosa Lessa, do Centro Cultural Erico Verissimo (Andradas, 1223). Mediados por Juremir Machado da Silva, os pesquisadores Roberto G. de Almeida; Philippe Joron, Denis Fleurdorge e Georges Bertin (França); Sébastien Charles (Canadá), Ivan Izquierdo e Vincenzo Susca (Itália) vão antecipar o tema a ser abordado no XII Seminário Internacional da Comunicação, de terça a quinta, na PUCRS. “A ideia é discutir como as transformações tecnológicas afetarão o cérebro, o leitor e o livro. Daqui a 50 anos, a feira será de autores, e não de livros”, revela Juremir. Para Philippe Joron, o futuro poderá prescindir da leitura em suportes como o tablet. “Um livro poderá ser lido em uma imagem sem suporte”, diz.

Nos três primeiros dias de Feira, o público foi de 170 mil pessoas, 80 mil só no domingo, segundo a Brigada Militar. O professor Jéferson Tanger, 40 anos, elogiou a diversidade de títulos e as alamedas não tão cheias. Junto com Géssica Oliveira, 34, e o filho Henrique Tanger, 10, eles encontraram “Renato Russo - O Filho da Revolução”, de Carlos Marcelo (Agir). “Gosto das músicas e também das letras do Legião Urbana”, conta Henrique.

No sábado, o quadrinista curitibano José Aguiar divulgou e autografou “Reisetagebuch - Uma Viagem Ilustrada pela Alemanha”. No Santander, com mediação de Airton Ortiz, falou sobre diferenças culturais entre brasileiros e alemães e fatos que vivenciou nos seis meses em Leipzig, em 2006, com bolsa. “Há vários memoriais na Alemanha, país que cultiva sua história, lembra o passado - tanto o lado bom como o ruim - para não repetir o Holocausto e o período em que foi dividido em duas partes, a Oriental e a Ocidental”, finaliza.

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