As chances de você escutar qualquer material inédito de Amy Winehouse, morta em 2011, foram extintas após a declaração de um executivo da Universal Music, no Reino Unido. David Joseph afirmou - categoricamente - em uma entrevista que todas as demos gravadas para o terceiro disco da cantora foram destruídas pela gravadora, para evitar qualquer lançamento futuro.
“Era uma questão moral. Roubar um trecho ou um vocal é algo que jamais aconteceria sob a minha chefia. E agora não pode acontecer sob chefia de ninguém”, explicou Joseph, que atualmente está divulgando o documentário “Amy”, que estreia esta semana no Reino Unido, no qual ele trabalhou como diretor-executivo.
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Quando morreu no auge de sua carreira, a estrela estava em processo de gravação do sucessor do multi-platinado “Back to Black” e, segundo um dos produtores que trabalhava com Amy na época, haviam 14 canções não finalizadas. Logo após a sua morte, a gravadora chegou a disponibilizar um disco com outras gravações já lançadas, inacabadas ou inéditas, registradas durante as sessões de estúdio de seus dois primeiros álbuns. Contudo, as 14 novas canções que iriam compor o terceiro disco da inéditas da cantora nunca foram escutadas pelos fãs.
Gravadora destrói demos com inéditas de Amy Winehouse
Medida foi tomada para evitar qualquer lançamento futuro